A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

terça-feira, 19 de maio de 2009

O Santo Condestável Dom Nuno Álvares Pereira modelo de Cruzado por Deus! Cruzado de Deus! para a Juventude!



Márcio de Souza Coutinho


Em um Mundo conturbado por anarquismo e por libertinagem de toda ordem, que afeta de forma profunda nossa juventude, escravizando-a ao um falso idealismo, por não terem modelos com ideais verdadeiros a imitar.

Mas a história, vem nos mostrando que existe modelos para juventude, basta querermos imitar.

Desta vez é um modelo de Jovem Cruzado, um Santo, que teve a honra de subir aos altares no dia 26 de abril de 2009.

Uma pergunta sempre vem à tona, o que fez para se tornar Santo? Quais foram as suas proezas?

Alguns em uma visão simplória se perguntam, será que ele ajudou muito os pobres, fez muitas obras de caridade e etc.?! Outros com uma visão maior, se perguntam quais foram as virtudes que ele praticou em grau Heróico?! Já poucos, que deveriam ser muitos, devem se perguntar o que ele refletiu de Deus, sendo todos nós imagem e semelhança de Deus?! Santo Frei Nuno de Santa Maria (seu nome religioso) refletiu uma das virtudes de Deus nesta Terra.

Por isso não reteremos em sua vida final como religioso, mas sim em sua juventude heróica, como jovem cavaleiro, no qual motiva-nos escrever.

Sua alma nimbada de um espírito de Cruzada fez desde jovem um Cavaleiro, no sentido mais áureo da palavra, tendo sua alma direcionada a defender a Fé , a servir seu Rei e seus patriotas, a proteger os velhos,as mulheres e os desprovidos e auxiliar os indefensos, com esses princípios da Cavalaria, fez deles a sua nota marcante de sua vida.

Na sua mocidade, já floria um espírito de Cruzado, marcado por um grande feito, que, a pedido de Dom Fernando de Portugal, deveria recolher com seu irmão Dom Diogo, valiosas informações sobre a invasão, que o Rei Henrique II de Castela investia sobre Portugal, sua tarefa foi tão bem sucedida que foi armado Cavaleiro, com apenas 13 anos de idade! Em contra partida, hoje nossos jovens são entregues a bandidagem nesta fase!

Um tremendo choque de Civilização!

Analisemos dois modos de ser

e de pensar de duas juventudes que se diferem de épocas:

1 - Jovem Cavaleiro Medieval

(armado)

2 - Pobre Jovem Moderno (armado)

O que acharam deles?

Ambos armados! Até se pode dizer que estão com as armas mais modernas de suas épocas!

Na cabeça de jovens do século XXI, perguntas florescem!

Portanto são eles idênticos? Hum, Não!

Então! Ambos desejam veementes que suas armas sintam o gozo de embeber-se no sangue do inimigo? Também Não!

Só pode ser! Estão armados para poderem por medo nos outros e se sentirem maiorais? Não! Muito infantil!

Há! Já sei! Eles querem usar da força, porque não conseguem com o dialogo a paz, mesmo sabendo que com as armas nunca conseguirão? Não! E, falar de paz para traficante é um pouco forçado! Puxa vida! Eles têm que se parecerem!

Não é fácil! Dá até para entender a causa do estado deste pobre jovem e que fim terá! Mas o mais difícil é! E como é difícil! É entender o porquê desses dois modos de ser, tão diferentes! O do cavaleiro e o do pobre jovem, ambos armados! POR QUE se diferem? OH PORQUÊÊÊ???

Calma meu jovem, não se aflija, para isto se tem resposta! Mas dependerá mais de você do que da resposta.

Conheço um amigo muito sério, o Paulo Direito, que sempre procura encontrar as raízes das coisas, um certo dia ele me disse o seguinte:

“Eu estava na aula de História, e a profª Bete veio dizendo que a Idade Média, foi a mais sombria das Épocas que o homem possa ter vivido! Porque a Igreja, abitolava em tudo os homens, dizendo o que é certo e errado, era uma Era da obscuridade, por que tudo que nascia, já nascia morto!”

Puxa! Faz me lembrar das minhas aulas de História!

Ele continua: “Durante todo ano ouvi isto, mas comecei pensar nestes MIL ANOS de história, morria tudo mesmo? Então perguntei a Prof. Profª Bete tenho uma grande dúvida, e a Sra. como letrada que é, pode me esclarecer? Sim meu filho! Diga o que é, provavelmente é sobre aqueles carrascos cavaleiros, que em nome de uma honra aniquilava tudo o que via?! Sim. É também. E ela disse: Estão vendo meus alunos como é verdade, que eles foram uns monstros! Um momento Profª! A minha pergunta não era bem esta! Espantada ela continua: Não vem me dizer que você os admira? Neste momento fiquei pasmo, sem entender. Ela exclamou: Nossa! Em todo os meus 30anos trabalho, nunca vi isto, que absurdo! Logo você Paulo um rapaz inteligente, de mente aberta, cair nesta?! Você não se depara do absurdo que defende?! Você esta indo contra a lógica humana! E a classe exclama neste momento: Que horror Paulo!!!”

Nossa! Só o Paulo para sair de uma desta e com uma dessa!

E Ele prossegui:“ Profª! Eu nem fiz a pergunta. E ela continua: Ah Bom! Já estava fazendo um juízo mal de você! Então faça a pergunta rapaz. E ele perguntou: Profª eu me deparo sobre um problema intrigante, que é o seguinte; Sempre ouvi e ouço que o cavaleiro medieval foi a expressão mais deprimente que o homem possa ter sido, um pouco antes a Sra. tinha referido a um carrasco,um monstro, fora outros adjetivo proferidos em suas aulas, logo algo depreciativo, que ninguém gostaria de ser. — Isto mesmo Paulo! Falava a profª, que conclamou a classe a ovacionar a Paulo. Calma gente. Mas o que me intriga é: como pode ser isto, que em pleno século XXI, se diz de uma pessoa que pratica um gesto bonito,um gesto de hospitalidade, um gesto de dar preferência a senhoras ou de uma boa ação. Que é: Que NOBRE de pessoa!; Que gesto NOBRE!; Obrigado por ser “CAVALEIRO¹”!; Que bom e ver que ainda existi homens “CAVALEIROS” neste mundo!. Profª eu não consigo relacionar depreciação com: Nobre e Cavaleiro(Cavalaria). Poderia a senhora me esclarecer de tudo isto??? Nesta hora não fui eu que fiquei pasmo, atônito, mas sim, todos os alunos e de grande destaque a Profª Bete.”

Bem que sabemos as respostas, hein Paulo! Um silêncio gritante daqueles.

Jovem se ainda não sabe qual seria a resposta é só perguntar a seus professores, provavelmente exista vários professores “Betes” por ai. Caso respondam, gostaria de saber como saíram desta!.

Será que os significados destas palavras, Nobre e Cavalaria lhe digam algo a mais agora, e que por de trás delas desvendam-se valores de tradição, de Religião, de princípios, de ideais que ainda crepitam como brasas sob a cinza em um mundo que as regurgitam?!

Agora sim, poderás ver, que ser Santo e Cavaleiro não se dissocia. A Santidade de Santo Nuno, o Condestável, não foi adquirida fora dos campos de batalha ou fora de sua juventude heróica, como Católico militante, como já dizia o sábio Salomão “O Homem segue na velhice o mesmo caminho que empreendeu na sua adolescência, e não se afastará dele” (Provérbios 22,6), como também, nada de grande se faz por acaso, aí se entende a importância de ter uma juventude virtuosa.

Santo Nuno nasceu em Cernache do Bonjardim, Portugal, no dia de São João Batista, em 24 de junho de 1360, descendia de ambas partes da mais alta nobreza lusitana.

Sua juventude com já vimos foi marcada por grandes proezas, destas a que mais sobressaiu foi a batalha de Aljubarrota. Nela com apenas 24 anos sai reluzente, com um exército de apenas 7.700 homens incluído arqueiros ingleses, contra a grande Espanha com 30.000 homens, arrojou um golpe fatal sobre os castelhanos, datada em 13 de agosto de 1385. Em retribuição a esta crucial vitória, manda edificar, junto com Dom João I , Mestre de Aviz, um mosteiro em honra a Santa Maria da Vitória, conhecido como Mosteiro da Batalha.

Atrás de si, com sua espada cintilou grandiosas vitórias, como: a de Atoleiros em 6 de abril de 1384; a de Valverde de outubro de 1385 e até a África foi, para desembarca com as tropas do Rei na decisiva tomada de Ceuta em 1415.

Mas a grande batalha que teve que travar, foi contra si mesmo. Faz me lembrar de um estimado conselho de um grande líder Católico de renome, o Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, que dizia: “O pior inimigo de Plínio Corrêa de Oliveira é Plínio Corrêa de Oliveira!.”, já monsenhor Tihamér Toth elucida no seu livro ‘O Brilho da Mocidade’²: “Lutar contra si mesmo, sem dúvida é a das mais penosas das lutas, porém, triunfa sobre si mesmo, é a das mais triunfantes das vitórias”.,pedindo a Maria Santíssima, Aquela que faz o demônio correr, tudo é possível!

Alguém pode se perguntar. Para que tudo isto, só para dizer que o Santo Cavaleiro é modelo para juventude? É muito simples meu jovem.

Quando não se ver mais nitidamente as coisas, é preciso primeiro reconhecer que não enxerga bem, depois sentir a necessidade que é preciso enxergar, para depois tomar a devida deliberação, quer dizer, usar óculos para que volte ver com clareza, aquilo que não se vê mais!

Espero que tudo isto sirva de “óculos” (um óculos “auto-adaptável” a cada Um), para que possam refletir sobre a seriedade da vida!

Até mais, meus jovens!

Santo Nuno, que do céu nos vê, intercedei em prol de nossa juventude brasileira!

P.S.:“ A Cavalaria outrora, foi uma das mais altas expressões da austeridade cristã.³”

Notas:

  1. (fig.) homem nobre; ilustre; valente; paladino; cavalheiro (Do Cast. Caballero) — (dicionário brasileiro Globo- 53º edição – 1995).
  2. monsenhor Tihamér Toth, Editora SCJ, Taubaté, SP, 5ª Edição – 1954.
  3. Plínio Correa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, ARTPRESS, São Paulo, 1982m Parte I, Cap. III, 5ª, pág. 19.