A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!

Nº8

Por que estudar a Religião? –– VIII

No capítulo VII da obra ora transcrita nesta seção, o autor(*) mostra quanto se é infeliz sem Religião, sendo esta também vital para a sociedade; ainda neste capítulo expõe o que é propriamente Religião



Religião é o conjunto dos deveres do homem para com Deus. O homem deve a seu Criador a homenagem de suas diversas faculdades. Deve empregar sua inteligência em conhecê-Lo, sua vontade em observar suas leis, seu coração e seu corpo em honrá-Lo com um culto conveniente. Tal é a razão íntima destes três elementos essenciais de toda Religião.

A Religião não é uma ciência puramente teórica. Não basta reconhecer a grandeza de Deus e os laços que nos unem a Ele. Deve haver, da parte do homem, uma homenagem real de adoração, de respeito e de amor para com Deus: esse é o culto.

Sem o culto público, Deus não recebe a devida honra, e os homens não compreendem a importância da Religião. Poderá o homem negar-Lhe as homenagens públicas e solenes que rende a seus representantes na Terra? Não, o culto público é necessário.

As cerimônias dão aos homens uma elevada idéia da majestade divina; estimulam e despertam a piedade debilitada ou adormecida, e simbolizam nossos deveres para com Deus e para com nossos semelhantes.

Para isso são necessários sacerdotes, isto é, presbíteros eleitos por Deus entre os homens para velar pelo exercício do culto. O sacerdote instrui, dirige, admoesta e preside os acontecimentos mais importantes da vida. É ele quem, em nome de todos, oferece o sacrifício, ato mais importante do culto.

Se há uma falsa religião que prescinda dos sacerdotes é seguramente a protestante, posto que o sacerdote é desnecessário quando não há altar, e quando a cada cristão é facultado interpretar a Bíblia à sua maneira. Os protestantes têm seus ministros que, mesmo desprovidos de todo mandato e autoridade, comentam o Evangelho.

Podeis passar sem Religião, como podeis passar sem Céu. Mas se não vais ao Céu, tendes que ir ao inferno, não há meio termo. Ao Céu vão os fiéis servidores de Deus, e ao inferno os que se negam a servi-Lo. O serviço de Deus consiste na prática da Religião. Podeis protestar quanto vos apraza, mas não lograreis mudar os eternos decretos de Deus, vosso Criador e Senhor.

Assim como o homem deve a Deus uma porção de espaço, que Lhe consagra edificando templos, também Lhe deve uma porção do seu tempo, que Lhe dá consagrando ao culto alguns dias de festa. Se não houvesse domingo, o homem olvidaria que há um Céu eterno que devemos alcançar, uma alma que devemos salvar, um inferno que devemos evitar...

O domingo traz coordenadas outras vantagens: 1) É necessário para o corpo humano, porque sem um dia de repouso por semana este se abateria logo. 2) É necessário para a família, cujos membros não podem reunir-se mais que esse dia para gozar as vantagens e as doçuras da vida. 3) É necessário à felicidade social, porque a Igreja é a única escola da fraternidade, da concórdia e da união de classes.

Conclusão: A Religião é boa e necessária para todos. Ela nos ensina a conhecer, amar e servir a Deus, que é o Deus de todos. Ela assegura a salvação de nossa alma, que é o objetivo de todos. Ela nos conduz ao Céu, que é a pátria de todos. E posto que no universo criado para o gênero humano o homem ocupa sempre o primeiro lugar, deve ele ser também o primeiro na prática da Religião.

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* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire,
Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 90 e ss.

Fonte: Revista Catolicismo, janeiro de 2010, Leitura Espiritual