A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

sábado, 28 de junho de 2014

Importante passo rumo ao modelo venezuelano

COMUNICADO — Importante passo rumo ao modelo venezuelano
IPCO


COMUNICADO

Importante passo rumo ao modelo venezuelano


O País atravessa momentos de turbulência político-social, inéditos e perplexitantes. Tensões, boa parte delas induzidas, marcam o dia a dia do noticiário. A atmosfera psicológica do Brasil está saturada e nem sequer o clima, habitualmente distendido que cerca uma Copa do Mundo, ainda mais realizada em território nacional, escapou a tais deletérias influências.
A população tem assistido, estupefata, à realização de greves em serviços essenciais, muitas delas declaradas abusivas pela própria Justiça, que impõem graves inconvenientes e perturbações aos brasileiros ordeiros, que labutam e produzem nos grandes centros urbanos; tais greves têm gerado insegurança, que se traduz em depredações de bens públicos e privados e até em saques.
Grupos de chamados “sem-teto”, altamente treinados e organizados, inclusive com a presença de estrangeiros, invadem terrenos e prédios urbanos, sendo recebidos, após seus atos criminosos, por autoridades – até mesmo pela Presidente da República – tornando assim o poder público e a sociedade refém de seus desígnios ideológicos.
Marchas do MST e de reais ou fictícios indígenas, manipulados por ONGs ou instituições como o Conselho Indigenista Missionário-CIMI ou similares, fazem encenações de enfrentamentos com policiais, registradas em fotografias que percorrem o mundo, transmitindo a falsa idéia de um Brasil que se contorce em estertores sociais e raciais.
Por outro lado, grupos extremistas anti-sistema, estilo “Black Bloc”, promovem atos de protesto – por causas poucos definidas – espalhando a violência urbana, planejada e calculada, de modo a lançar o caos e atacar símbolos do capitalismo, no exercício do que qualificam como “ilegalidade democrática”.
Por fim, diante do alastrar-se de fatores de incompreensão e de indignação, nas camadas profundas da população, em relação ao governo da Presidente Dilma Rousseff e ao Partido dos Trabalhadores, vozes como a do ex-Presidente Lula tentam disseminar um clima de luta e de ódio de classes, tão avesso ao sentir do brasileiro comum.
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É neste contexto tumultuado que surge um gravíssimo ataque às instituições e à ordem constitucional vigente, perpetrado através do Decreto presidencial nº 8.243, cuja efetivação poderia ser qualificada com uma tentativa de golpe de Estado incruento.
Editado pela Presidência da República no dia 23 de maio p.p., e publicado no Diário Oficial três dias depois, estabelece ele a “Política Nacional de Participação Social” e o “Sistema Nacional de Participação Social”.
Sob o disfarce de tratar da organização e funcionamento da administração pública – invocando para tal até dispositivos constitucionais – e alegando que o sistema representativo contém falhas, o governo do Partido dos Trabalhadores, via decreto, tenta implementar um novo regime de organização do Estado, o qual visa “consolidar a participação social como método de governo”.
Manejando habilmente sofismas e falácias sobre a “democracia direta”, valendo-se de definições e disposições vagas, o Decreto submete a Administração Pública, em seus diversos níveis, aos “mecanismos de participação social”.
Os “conflitos sociais”, como, por exemplo, invasões de terras, de imóveis urbanos, de demarcação de terras indígenas, – tantos deles gerados artificialmente – serão mediados por elementos do governo e setores da sociedade civil, controlados por “coletivos, movimentos sociais, suas redes e suas organizações”.
E a Secretaria-Geral da Presidência da República dirigirá uma burocrática e coletivista estrutura de conselhos, conferências, comissões, ouvidorias, mesas de diálogo, etc.
O Decreto 8.243 – que já chegou a ser comparado a um decreto bolivariano ou bolchevique – torna obsoletas as instituições do Estado de Direito, criando organismos informais (ou quase tanto) que condicionarão o Judiciário, o Legislativo ou o próprio Executivo.
Como é de conhecimento público, em grande medida tais “movimentos sociais”, “coletivos” ou grupos da dita sociedade civil são influenciados, orientados e financiados pelo Partido dos Trabalhadores, pela “esquerda católica”, bem como pelo próprio governo.
Fica assim instituído um sistema paralelo de poder, que consagra na prática uma ditadura do Executivo, na pessoa do Secretário-Geral da Presidência da República, atualmente o ex-seminarista Gilberto Carvalho, quem habitualmente faz a ponte entre o governo e a CNBB.
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 A Presidente da República tenta desta forma impor ao País metas político-ideológicas do PT – alimentadas nos Fóruns Sociais Mundiais – e sempre repudiadas pela maioria dos brasileiros.
Desde há muito, certo tipo de esquerda – e sobremaneira a esquerda petista no poder, influenciada em maior ou menor grau pelo progressismo católico – tenta subverter o exercício do regime “democrático”. Fiel a suas velhas convicções socialo-comunistas, eriça-se contra as instituições do que qualifica de “democracia burguesa”, tentando vender a idéia de uma democracia direta e participativa, como mais autêntica e popular.
Já no primeiro mandato do Presidente Lula, enquanto o País estava embalado pela pseudo-moderação do projeto político de mudança do Brasil, expresso na Carta ao Povo brasileiro, o programa “Fome Zero” fazia uma primeira tentativa de instaurar no Brasil “conselhos populares” que, como alertaram certas vozes na época, mais não eram de que uma reedição dos conselhos da revolução cubanos ou dos coletivos chavistas.
Mais à frente veio a tentativa de controlar a imprensa pelo mesmo mecanismo de conselhos, manipulados por “movimentos sociais”.
O PNDH3, baseado numa vaga e abrangente política de Direitos Humanos, constituiu nova tentativa de impor ao País um controle da sociedade e das instituições do Estado, por conselhos.
Por ocasião das manifestações de junho de 2013, a Presidente Dilma Rousseff em discurso televisionado a todo o País, voltou a acenar com o tema da democracia direta e a “voz das ruas”. Veio, logo em seguida, a tentativa de impor ao País uma Constituinte específica para a reforma política.
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De todos os quadrantes da sociedade se têm erguido vozes que apontam o grave perigo criado ao futuro político do Brasil pelo Decreto presidencial nº 8.243. No Congresso Nacional há movimentos pronunciados para inviabilizar ou derrubar o referido Decreto. Outros setores ensaiam movimentos para recorrer ao Supremo Tribunal Federal, reclamando da inconstitucionalidade de tal Decreto.
O governo veio a público defender a medida, sempre baseado em subterfúgios e, segundo informa a imprensa, não está disposto a recuar. Aproveitando-se do período em que as atenções de muitas pessoas estão voltadas para a Copa do Mundo, contando ainda com já tão próxima campanha eleitoral, Dilma Rousseff e seus assessores no Planalto e no PT, parecem decididos a apostar no golpe institucional.
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Quando dos trabalhos da Constituinte de 1988, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira publicou a obra “Projeto de Constituição angustia o País”. Nele alertava para o fato de que elementos de nossa classe política, divorciados dos verdadeiros anseios do Brasil profundo, iriam arrastando inexoravelmente o Brasil para o esquerdismo radical.
E admoestava ainda que cada vez mais raros seriam os partícipes da farândola reformista da esquerda, “ganhos gradualmente pelo sentimento de inconformidade e apreensão nascido, a justo título, das camadas mais profundas da população”.
O Decreto nº 8243 é, por certo, um grave exemplo dessa obstinação ideológica. A inconformidade, ainda que silenciosa, é também uma realidade que cresce, apesar das máquinas de propaganda tentarem menosprezá-la ou distorcer-lhe o sentido.
O Instituto Plinio Corrêa de Oliveira faz um apelo às forças vivas da Nação para que, num concerto geral dos espíritos clarividentes, alertem para o perigoso rumo ao qual nos encaminha o Decreto 8.243, obstruindo-lhe legalmente o caminho.
Caso não seja derrubado, o Decreto nº 8.243 terá operado uma transformação radical nas instituições do Estado de Direito, esvaziando o regime de democracia representativa, deixando o País refém de minorias radicais de esquerda e de ativistas, abrindo as portas para a tão almejada fórmula do atropelo e do arbítrio, típica dos regimes bolivarianos.

Adolpho Lindenberg
Presidente do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

Fonte: http://ipco.org.br/ipco/noticias/comunicado-decreto-presidencial#.U68HFLFftLM

domingo, 8 de junho de 2014

Cristãos brasileiros cobram posição por escrito de políticos contra o Aborto





O governo acaba de colocar preço para matar um ser indefeso: R$ 443,30.
Eu não voto em candidato que não se pronunciar contra o Aborto.
Se você também é um defensor da vida, não deixe de assinar aqui a Carta Aberta aos Candidatos das Eleições de 2014.Leia, assine - e sobretudo DIVULGUE -
a CARTA ABERTA que fizemos para os candidatos de 2014.



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Sob o título “Carta aberta aos Candidatos ao Executivo e Legislativo das eleições de 2014″ a Associação Devotos de Fátima convoca todos os cristãos brasileiros a assinar uma carta que exige dos candidatos uma posição clara e firme contra o Aborto (leia a carta em www.minhacartaaberta.com.br/candidatos2014).
“Desta vez nós vamos controlar, vamos cobrar, vamos denunciar”, afirma Marcos Luiz Garcia, Coordenador de Campanhas.
“O políticos são assim, dizem uma coisa ao grande público e depois de eleitos, na surdina dos gabinetes, muitos fazem o contrário do que prometeram. Agora tudo mudou, e estamos exigindo uma posição pública e por escrito“, completa Marcos Luiz.
Onde os políticos podem escrever sobre suas posições?
Aqui embaixo. No espaço reservado aos comentários.
Como os comentários são controlados por um Moderador, nossa Associação, antes de publicar a declaração do candidato, entrará em contato com o mesmo para confirmar todos os dados.
Aos senhores candidatos:
Escrevam no local dos comentários, abaixo, suas opiniões, coloquem seu nome por inteiro, seu nome que vai constar na urna eleitoral, seu RG e um telefone para que possamos entrar em contato (esse telefone não será publicado).
Depois de feitas as confirmações, publicaremos sua posição. E informaremos aos milhões de simpatizantes que temos pelo país.
 
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Semana de estudos e formação católica para jovens


 
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Ivan Rafael de Oliveira
 
 
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Pelo quinto ano consecutivo, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) e Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz promoveu, durante os dias de carnaval, uma Semana de Estudos para jovens de todo o Brasil. O evento ocorreu numa aprazível fazenda colonial em Campos dos Goytacazes (RJ).
O tema escolhido para as conferências deste ano foram os grandes acontecimentos da História da Igreja, como a história dos mártires, a conversão de Constantino, o império de Carlos Magno, as guerras que enfrentou o Bem-aventurado Pio IX em defesa dos Estados pontifícios e a perseguição contra os católicos autênticos, desencadeada por correntes teológico-progressistas modernas. Houve também apresentações teatrais e audiovisuais sobre os erros que assolam a juventude atual e a necessidade de um espírito de luta em defesa dos princípios da civilização cristã.
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Os participantes ficaram especialmente emocionados pela recitação da Via Sacra, percorrida com espírito bem diverso do tom carnavalesco reinante em certos ambientes modernos. A decoração e os jogos medievais também contribuíram para os jovens adquirirem o espírito de respeito e sã combatividade, explanados durante as conferências.
Estiveram presentes mais de 60 jovens dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Goiás, além do Distrito Federal. Todos os menores participaram do evento com autorização dos responsáveis

Alguns depoimentos

Sérgio Miguel de Oliveira(Brasília – DF), 18 anos: Foi a primeira vez que estive num acampamento deste porte. Gostei muito, foi um programa realmente católico! As reuniões me chamaram muito a atenção, especialmente a que tratou dos mártires. Ela expôs bem como eles amavam Nosso Senhor e a Fé católica.  Sérgio Miguel de Oliveira (Brasília – DF), 18 anos:
Foi a primeira vez que estive num acampamento deste porte.
Gostei muito, foi um programa realmente católico! As reuniões me chamaram muito a atenção, especialmente a que tratou dos mártires. Ela expôs bem como eles amavam Nosso Senhor e a Fé católica.  
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042014Acampamento61Antonio Mauricio Lanza de Sá e Mello (Lavras – MG), 14 anos:
Todo o acampamento foi bastante interessante.
Mas o que gostei mais foi a Via Sacra, rezada com uma solenidade que nunca tinha visto antes.
Muito diferente do carnaval que se tem aí fora!
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042014Acampamento8Fernando Bianchi (Campos – RJ), 15anos:
Tive a oportunidade de conhecer novas pessoas.
As reuniões trataram de temas que realmente mereciam ser conhecidos, e fatos que eu realmente não imaginava que tivessem existido.

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042014Acampamento5Vinicius Feitosa (Rio de Janeiro – RJ), 23 anos:
Achei tudo ótimo.
Especialmente a Via Sacra, muito bonita e bem preparada.
As reuniões foram bem feitas, de profundo conteúdo doutrinário e com ótimos palestrantes.

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042014Acampamento9Gabriel Takegame (São Paulo – SP), 14 anos:
Gostei muito da reunião sobre Constantino.
Deus fez um grande milagre, uma cruz apareceu no céu para a conversão desse imperador e terminar assim o período de perseguição contra os cristãos.

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042014Acampamento71Edson Matheus de Souza (Curitiba – PR), 15 anos:
Assim que chegamos houve uma recepção toda em estilo medieval, com bandeiras e tochas.
Chamou-me a atenção o respeito que um tem para com o outro.
É um lugar que santifica as pessoas. Espero poder voltar mais vezes.

Fonte: IPCO, junho de 2014.