A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

segunda-feira, 28 de março de 2011

8º Acampamento da Ação Jovem em prol da Juventude!



Enquanto grande parte do Brasil se chafurda no lamaçal de imoralidade do Carnaval, 46 jovens reuniram-se para uma semana de estudos, oração e lazer, no 8º Acampamento da Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz, entre os dias 4 e 8 de março, numa fazenda colonial de Campos, no Norte Fluminense. Eles eram provenientes dos estados: Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.




O leitmotiv deste acampamento foi o Brasil, sua história e sua vocação. As palestras versaram sobre temas como D.Vital, a expulsão dos protestantes holandeses, Guerra de Canudos, Plínio Corrêa de Oliveira e sua obra, etc. Complementando o aspecto político-social, ainda uma reunião sobre um tema fundamental: devoção a Nossa Senhora, virtude e oração.




Para ilustrar a teoria, sobre o Brasil profundo, os jovens visitaram uma casa senhorial que pertenceu ao Visconde de Araruama, na cidade vizinha de Quissamã, e onde estiveram D.Pedro II, Princesa Isabel e outras grandes personalidades. O tônus aristocrático do Brasil foi bastante sentido.




Nesse mesmo dia assistiram missa na igreja, Imaculado Coração de Maria, em Cardoso Moreira, RJ, celebrada pelo Revmo. Pe. David Francisquini no rito tradicional, São Pio V, que com muito gosto ministrou também o sacramento da penitência.





Nos dias decorrentes houve jogos diversos, proporcionando sadio lazer. Todas as noites tinham programas mais leves, como teatros e projeções audiovisuais, ajudavam a sedimentar os ensinamentos do dia.









Como de costume, houve a recitação do Terço e o Ofício em honra a Nossa Senhora.










Para fechar em grande estilo, tiveram-se os tradicionais jogos e banquete medievais. Como lembrança do evento, os jovens receberam uma imagem de N.Sra. das Graças e o livro “O Idealismo”, com excertos do pensamento de Plínio Corrêa de Oliveira.



Os organizadores agradecem primeiramente a Nossa Senhora por tão abençoado e bem-sucedido acampamento da Ação Jovem, e também ao grande número de amigos que deram sua generosa contribuição para ser possível tal apostolado com a nossa juventude.



quarta-feira, 23 de março de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!


Nº 3


Por que estudar a Religião? — III


Na edição anterior foram expostas provas da existência de Deus. Na presente, provas de que o universo foi criado por Deus, e não fruto do acaso*


1 — O universo não pôde fazer-se a si mesmo, porque o que não existe não pode agir, e conseqüentemente não pode dar-se a existência. O ser que não existe é nada; e o nada, nada produz.


2 — O universo não é fruto da casualidade, porque a casualidade é uma palavra que o homem inventou para indicar sua ignorância e para explicar os fatos cujas causas desconhece.


Não existe efeito sem causa, nem ordem sem uma inteligência ordenadora. Lançai sobre o solo um montão de letras misturadas. Por ventura podem tais letras produzir um livro, se não há uma inteligência que as ordene? De modo nenhum! Reúnam-se em uma caixa todas as peças de um relógio. Por acaso chegarão a colocar-se por si mesmas no lugar que lhes corresponde, para iniciar o movimento e marcar as horas? Jamais!


3 — O universo não existiu sempre. Assim o reconhecem à uma todas as ciências. A geologia, ou ciência da Terra; a astronomia, ou ciência dos astros; a biologia, ou ciência da vida, etc. — todas sustentam que o mundo teve um princípio. “Nada há eterno sobre a Terra, disse um sábio. E tudo quanto se contém nas entranhas dos astros ou em sua superfície teve princípio e deve ter algum fim”.


4 — Pode-se demonstrar a existência de Deus pelo movimento dos seres criados?


Sim, porque não há movimento sem um motor, quer dizer, sem alguma causa que o produza. Pois bem, tudo quanto existe no mundo obedece a algum movimento que tem que ser produzido por algum motor. E como não é possível que exista realmente uma série infinita de motores, dependentes uns dos outros, é preciso que cheguemos a um motor primeiro, eterno e necessário, causa primeira do movimento de todos os demais. A esse motor primeiro chamamos Deus. [...]


5 — Podemos deduzir a existência de Deus mediante a contemplação dos seres vivos?


Sim, a razão, a ciência e a experiência nos obrigam a admitir um Criador de todos os seres vivos disseminados sobre a Terra. E como esse Criador não pode ser senão Deus, segue-se que da existência dos seres vivos podemos concluir a existência de Deus.


As ciências físicas e naturais nos ensinam que em um determinado tempo não havia nenhum ser vivo sobre a Terra. De onde provém, então, a vida que agora existe nela — a vida das plantas, a vida dos animais, a vida do homem?


A razão nos mostra que nem a vida intelectiva do homem, nem a vida sensitiva dos animais, nem sequer a vida vegetativa das plantas podem ter brotado da matéria. Razão? Porque ninguém dá o que não tem. E como a matéria carece de vida, tampouco pôde dá-la. A ciência verdadeira estabelece que nunca nasce um ser vivo se não existe um gérmen vital, semente, ovo proveniente de outro ser vivo da mesma espécie.


E qual é a origem do primeiro ser vivo em cada uma das espécies? Remontemos de geração em geração, e sempre chegaremos a um primeiro criador de todos os seres vivos, causa primeira de todas as coisas, que é Deus.


__________


* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire, Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 7 e 8.


Fonte: Revista Catolicismo, março de 2009, Leitura Espiritual

Jovens furam o cerco da imoralidade

Nos Estados Unidos, Guatemala e Equador, alguns exemplos da guarda da castidade pelos jovens, dignos de serem admirados e imitados



Gregório Vivanco Lopes


Em nossa época de propaganda e marketing, talvez nenhum “produto” seja tão promovido e exaltado quanto a imoralidade. Cinema, novelas na TV, anúncios, reportagens nos jornais e revistas, a abundante miscelânea da Internet. Outros itens como modas, patrocínio oficial, atividades a favor dos “direitos humanos”, educação sexual nas escolas, legislação permissiva — tudo colabora no mesmo sentido. Nunca é demais lembrar, infelizmente, a conivência — ou pelo menos a omissão — de não poucos membros do clero “progressista”.


Para ninguém escapar a essa pressão onímoda que se exerce especialmente sobre os jovens, alvo preferencial da onda corruptora, ergueu-se em torno deles um fenomenal muro psicológico, mais danoso para as almas do que os muros e muralhas que se constroem para cercear a liberdade de povos e nações. Trata-se de um muro alicerçado em brincadeiras maliciosas, zombarias, insinuações, visando colocar no ridículo e menosprezar o jovem que ouse sair dos trilhos da corrupção moral.


Somente a sólida convicção em torno de princípios muito claros, apoiada por uma coragem a toda prova, pode habilitar o jovem a não se dobrar a tão grande pressão e furar o cerco. Não se trata portanto de tarefa para tolos tipo maria-vai-com-as-outras, nem para covardes.



Segundo o escritor católico francês Paul Claudel, a juventude não foi feita para o prazer, mas para o heroísmo. Um heroísmo que se obtém mediante a oração e a devoção a Nossa Senhora.


O educador e escritor húngaro Mons. Tihamer Toth (1889-1931), em seu livro “O Brilho da Mocidade”, tem este belo pensamento: “Se eu tivesse que dar uma medalha de ouro, escolhendo entre um general que ganhou uma guerra ou um jovem que vive a castidade, eu a daria para este último”.


Por tudo isso, alegra-nos constatar o surgimento, aqui e acolá, de grupos de rapazes e moças que furam o cerco e se unem para enfrentar a onda de imoralidade, guardando a castidade. Lírios nascidos no lodo e banhados pelo sol da pureza, eles merecem todo nosso apoio e incentivo, para que perseverem. Seguem alguns exemplos.


Guatemala: Ato diante do Santíssimo Sacramento

Durante o Primeiro Congresso da Juventude Católica da Guatemala, realizado nos dias 13 e 14 de março último, mais de sete mil jovens lotaram o Coliseu Domo na Cidade da Guatemala.



Começaram o evento com uma procissão, seguida por uma consagração mariana.



Em seguida os milhares de jovens passaram algum tempo em adoração eucarística. Estando todos ajoelhados diante do Santíssimo Sacramento, o ator mexicano convertido Eduardo Verástegui rezou com eles a oração de promessa de castidade. Todos prometeram “lutar pela virtude da pureza” e “levar uma vida casta”. Depois Verástegui narrou como se deu sua conversão, e desafiou os rapazes e moças a “seguir os mandamentos de Deus e ser santos do terceiro milênio”.


Da mesma forma, a ex-atriz mexicana de telenovelas, Karyme Lozano, compartilhou sua experiência de conversão: “Abandonou sua bem sucedida carreira para viver uma vida cristã consistente, de acordo com os ensinamentos da Igreja”.(1)


Equador: Promessa de castidade e fidelidade matrimonial


Em 25 de março último, dez mil jovens equatorianos de ambos os sexos, das cidades de Quito e Cuenca, prometeram publicamente manter-se castos até o matrimônio, e depois de casados serem fiéis a seu cônjuge até a morte.


Amparo Medina, membro de Ação Pró-Vida, instituição organizadora do ato, disse que os milhares de jovens ouviram “testemunhos sobre a indústria da morte, os anticoncepcionais, o aborto, a mentira dos preservativos, as conseqüências da anticoncepção”.(2)


Estados Unidos: Oposição à “cultura moral decadente”


Conceituado site americano-canadense(3) noticia a realização do “Dia da Pureza”, comemorado em 12 de fevereiro, em que os participantes celebram a castidade. Um rol de instruções para a celebração termina com a exortação de São Paulo: “Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade” (I Tim. 4,12). A notícia informa ainda: “Milhares de jovens estão se preparando para celebrar o verdadeiro significado do amor, através da participação no sétimo dia anual da Pureza. Mais de 300 escolas em 44 estados [americanos], assim como centenas de igrejas e outras organizações em toda a América, se inscreveram para participar do Dia da Pureza, que é patrocinado pelo Conselho da Liberdade”.


O site-base da iniciativa explica: “O Dia da Pureza é um dia em que os jovens podem fazer uma demonstração pública do seu compromisso em manterem-se sexualmente puros, em pensamentos e ações. [...] Oferece aos que lutam pela pureza sexual uma oportunidade de estar juntos, em oposição a uma cultura moral decadente”.


Para Larry Jacobs, diretor do Congresso Mundial das Famílias, “é revigorante ter um dia especialmente dedicado a promover a abstinência antes do casamento”.


Adolescentes virgens, por razões religiosas e morais


Iniciativa isolada, minoritária, fadada ao fracasso?


O mais surpreendente é que a resposta é simplesmente NÃO! E esta resposta tem caráter oficial, pois um estudo do governo dos EUA constatou que a maioria dos adolescentes americanos são virgens. O relatório, com data de junho de 2010, foi elaborado pelos Centros de Controle de Doenças e Prevenção, sob o título “Os adolescentes nos Estados Unidos: Atividade Sexual, Uso de Anticoncepcionais e Gravidez”.


No período de 2006 a 2008, 58% dos rapazes e 57% das moças entre 15 e 19 anos relataram que nunca haviam tido relações sexuais. Os números confirmam os de outro estudo realizado em 2002. Razão mais alegada pelos adolescentes, para não terem relações sexuais: “É contra a religião ou a moral”.


Segundo Judie Brown, presidente da American Life League (ALL), “este estudo tem uma importância enorme para as nossas escolas públicas e privadas, em muitas das quais regurgitam perigosamente currículos com programas imprecisos de educação sexual”.


O número de adolescentes com experiências sexuais teve seu pico em 1988 (51%). A partir daí a abstinência veio ganhando terreno nos Estados Unidos.(4)


Notas:
1. Catholique News Agency (CNA), 18-3-10.
2. Agência Informativa Católica Argentina (AICA), 1º-4-10.
3. LifeSiteNews, 10-2-10.
4. EWTN News, 11-7-10.


Fonte: Revista Catolicismo, fevereiro de 2011.