A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Simplesmente um conto? Ou um reluzimento de verdades!?

Especial!
Espírito de Natal!


O Natal do Chouan
Nas Margens do Couesnon, nessa região de Fougères que, de 1793 a 1800, foi teatro da epopéia dos Chouans (camponeses do noroeste da França que se insurgiram contra a Revolução Francesa, em defesa do Trono e do Altar), numa noite de inverno de 1795, um destacamento de soldados da República revolucionária seguia por um atalho bordejando a floresta. De ombros caídos, com ar aborrecido e fatigado, vergados ao peso de enorme mochila e da espingarda que levavam a tiracolo, lá iam, conduzindo um camponês que, ao cair da noite, emboscado nos juncos, fizera fogo sobre o pequeno grupo. A bala atravessara o chapéu do sargento e, fazendo ricochete, fora quebrar o cachimbo que um dos soldados fumava. Imediatamente perseguido, acossado, encurralado contra uma escarpa, o homem fora preso e desarmado. Seguia de mãos amarradas, com ar impassível e duro. Os seus pequenos olhos claros espiavam de fugida as sebes que orlavam o caminho e os atalhos tortuosos que se abriam aos lados. Dois soldados levavam enroladas nos braços as extremidades da corda que lhe apertava os pulsos.
Na encruzilhada de Servilliers, o sargento mandou fazer alto: os homens, derreados, ensarilharam as armas, atiraram as mochilas para a erva, apanharam ramos secos, juncos e folhas, que amontoaram no meio da clareira, e fizeram uma fogueira, enquanto dois deles amarravam solidamente o camponês a uma árvore, com a corda que lhe prendia as mãos. O chouan, com os olhos vivos e singularmente móveis, observava todos os gestos dos seus guardas. Não tremia, não dizia palavra: mas a angústia contraía-lhe as feições: era evidente que julgava a morte próxima.
A sua ansiedade não passou desapercebida a um dos azuis (soldados da Revolução) que o amarravam. Era um adolescente franzino, de ar zombeteiro e vicioso. Enquanto apertava os nós, ia troçando da aflição do prisioneiro, naquela fala característica de certos bairros populares de Paris:
- Não te assustes, flor! Não é para já; ainda tens pelo menos seis horas de vida...
- Amarra-o bem, Pedrinho! Não o podemos deixar voar...
- Não se aflija, sargento Torquatus – respondeu o rapaz – havemos de o levar sem novidade ao general. Sabes, cão – continuou, dirigindo-se ao camponês, que retomara o aspecto impassível – não imagines que vais ser tratado como ci-devant (nobres, que em geral eram guilhotinados). A República não é rica, e há falta de guilhotinas; mas hás-de ter tua continha de bons balázios de chumbo; seis na cabeça, seis no corpo. Vai pensando nisso, meu lindo, até amanhã de manhã. Sempre te distrais...
Dito isto, Pedrinho foi sentar-se entre os camaradas, ao pé do fogo. E tirando do saco um pedaço de pão grosseiro, começou a comer tranquilamente. Quando acabou de comer o pão, Pedrinho pôs-se a limpar a espingarda. Escolheu uma bala de calibre e, segurando-a delicadamente entre os dedos, disse ao camponês, que lhe seguia todos os movimentos com o olhar:
- Estás a ver; meu menino? Esta é para ti!
Introduziu-a no cano da espingarda e, a servir de bucha, meteu um papel amarrotado. Todos os homens desataram a rir, e cada um disse uma graça, no prazer maldoso de saborear a agonia do infeliz.
- Tenho aqui uma dose igual para te servi! – gritou um.
- Vais ficar que nem uma peneira... – gracejava outro.
- Eu guardo-me para o fim: uma em cada ouvido! – gritou o sargento. E de repente, enfurecido: - Ah! Canalha de chouan – berrou, aproximando-se dele. – Se eu pusesse matar com um tiro mais mil da tua casta!...
O camponês, silencioso, permanecia calmo sob a saraivada de ameaças. Parecia escutar um ruído longínquo, que os gritos e risadas dos soldados o impediam de ouvir. E de repente baixou cabeça e concentrou-se: do fundo da floresta, subia no ar calmo da noite a voz de um sino, que a aragem dos bosques trazia, clara e ritmada... Quase a seguir, outro sino, mais grave, ecoou do lado oposto do horizonte, e depois mais outro, fino e melancólico, ouviu-se lá muito longe.
Os azuis, surpreendidos, interrogaram-se:
- Que é isto?... Por que é que estão a tocar?... Será um sinal?... Ah! Bandidos! Estão a dar o alarme!
Falavam todos ao mesmo tempo, alguns correram a pegar nas armas. O camponês levantou a cabeça e, fitando-os com os olhos claros, disse apenas:
- É Natal.
- É... o quê?
- É Natal. Estão a tocar para a missa da meia-noite.
Os soldados, resmungando, tornaram a sentar-se em volta da fogueira. E um silêncio caiu. Natal... A missa da meia-noite. Essas palavras que há tanto não ouviam impressionavam-nos: vinham-lhes à idéia vagas imagens de horas felizes, de ternura, de paz.
De cabeça baixa, escutavam aqueles sinos que falavam a todos uma língua esquecida. O sargento Torquatus pousou o cachimbo, cruzou os braços e fechou os olhos como um diletante que saboreia uma sinfonia. Depois, como envergonhado daquela fraqueza, voltou-se para o prisioneiro e perguntou num tom duro:
- És cá do lugar?
- Sou de Coglès, aqui perto.
- Então ainda há padres-curas lá na tua terra?
- Os azuis não chegaram a toda parte, não atravessaram o Couesnon, e daquele lado ainda se vive em liberdade. Estão a ouvir? É o sino de Parigué que está a tocar agora. O outro, o mais pequeno, é o do castelo do senhor de Bois-Guy, e de acolá, mais longe, é o sino de Montours. Se o vento estivesse de jeito, até se ouvia o sino grande de Landéans.
Um dos soldados, Gilles, que permanecera silencioso durante as ameaças feitas ao chouan, ouvia agora com grande atenção e parecia particularmente tocado. Os demais, após um fugaz movimento de ternura, haviam fechado definitivamente seus corações.
Nesse instante, de todos os cantos do horizonte, subia na noite o badalar das aldeias longínquas: era uma melodia doce, cantante, harmoniosa, que ora se ampliava, ora diminuía ao sabor do vento. Gilles, de cabeça baixa, escutava. Pensava em coisas há muito esquecidas; via a igreja de sua aldeia natal, resplandecente de velas acesas, o presépio de grandes rochedos musgosos onde brilhavam lamparinas vermelhas e azuis; ouvia subir, na memória, os alegres cantos de Natal, essas músicas que tantas gerações entoaram, ingênuas loas, tão velhas como a França, onde há pastores, flautas, estrelas e criancinhas – e que falam também de paz, de perdão, de esperança... Ele sentia degelar o coração ao bom calor dessas imagens suaves, de que andava há tanto afastado.
Os sinos ao longe continuavam a tocar. Torquatus determinou que todos fossem repousar, e designou Gilles para a primeira hora de ronda. Em pouco tempo o improvisado acampamento estava montado, e os azuis exaustos daquele dia, e desejosos de esquecer o som daqueles sinos que lhes haviam trazido tantas recordações de uma infância católica e feliz, ressonavam estirados sobre mantas de dormir.
A fogueira crepitava ainda, mas com menos ardor. Só Gilles e o chouan permaneciam acordados. O azul então, com cuidado, procurando não pisar nos gravetos secos que podiam estalar, aproximou-se da árvore onde, amarrado, o chouan o olhava... o advinhava!
- Sabes, disse o soldado quase ao ouvido do prisioneiro, na minha terra fazia-se um grande berço na igreja, punha-se um Menino Jesus lá dentro, ladeado por Nossa Senhora e São José.
E inopinadamente acrescentou: - Queres ficar livre? Eu te solto!...
Mas e tu? Vais morrer em meu lugar? Eles te esquartejam.
- Eu fujo também. Estou farto desta Revolução à qual me levaram a aderir. Minha família sempre foi católica. Em casa, desde a infância aprendi a respeitar o Rei.
- Então vem comigo, respondeu o chouan. – Volta à fidelidade. Eu te levarei a um padre que não fez o juramento revolucionário, para que te confesses. Defenderemos juntos Nosso Senhor Jesus Cristo e o Rei legítimo.
A essa altura, o ex-azul, com uma faca afiada cortava as cordas que prendiam o prisioneiro. Em questão de instantes ambos se embrenhavam na floresta por caminhos que só o chouan conhecia. Os sinos já não se ouviam mais nos ares, mas nos corações daqueles dois homens eles continuavam a tocar. Era Natal!
(Adaptação de um conto de G. Lenôtre, publicado em “Lendas de Natal”, Editorial Verbo, Lisboa, 1966). – Transcrito da Revista Catolicismo de Dezembro de 1989 –)

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Para sua apreciação, análise e cometário!

Revivendo o Espírito de Natal em suas vésperas!


A agência de notícias Reuters do dia 6 de outubro noticiou que uma organização alemã composta de católicos, a Bonifatiuswerk, promove uma campanha que reacende o debate sobre quem representa o verdadeiro Espírito de Natal. Se é São Nicolau, que leva às crianças benefícios tanto espirituais como matérias ou é o seu clone (ou sósia) o Papai Noel que distribui presentes às crianças!



A campanha vem mostrando ao público alemão o perigo da substituição de São Nicolau por Papai Noel que é uma “invenção de uma indústria publicitária, visando promover as vendas”, assim o classifica a organização. Por isto está promovendo anúncios com os dizeres “áreas livres de Papai Noel”.



A importância de ressaltar a mensagem espiritual que reluz do Natal, fez com que várias celebridades alemãs aderissem a esta causa. A apresentadora de TV alemã Nina Ruege, por exemplo, se pronunciou diante do tema: “Diferentemente de Papai Noel, São Nicolau quer dar riquezas interiores às crianças, e não apenas tentar incentivá-las a lutar por riquezas materiais”.


***


Na aurora do Natal


Todos nós já fomos crianças e sempre procuramos em Papai Noel um São Nicolau! Lembra-se! Quando nossas mães começavam a montar a árvore de Natal, para nós era um sonho que se realizava. Gostávamos de ajudar mesmo diante de nossa desajeitada pequenez. Quando ela nos dava um enfeite para ser posto, passávamos a ser o próprio autor daquela obra prima! Aos pés da árvore de Natal nada se encontrava, a não ser a esperança de que um bondoso homem ali passaria e depositaria todos os nossos sonhos.



Mas é chegada a hora de tornar clara a razão deste dia! É o nascimento de Deus feito Homem, Nosso Senhor Jesus Cristo nascido da Virgem Maria em um presépio!



Nossa mãe começa com muito cuidado a desembrulhar as peças do presépio para compor o grande cenário. Intuímos que nossa ajuda ali não se faz necessária, porém um mistério rodeia aquela confecção e dá margem para fazermos aquelas perguntinhas: Por que isto? Por que aquilo? Quem é? E assim por diante. Todas elas são respondidas - com um toque de seriedade e de bondade materna. É como alguém que anda num deserto à procura de água e quando a encontra tem esta sensação: Ufa! Até que enfim encontrei! Algo disto vivenciamos no Natal.


Esta seria com certeza uma mensagem de Natal dada por São Nicolau ou pelo menos uma impressão deixada por ele, ao contrário do Papai Noel, no máximo este diria: Ho! Ho! Ho!

A involução da Sacralização do Natal!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Para sua apreciação, análise e comentário!

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“São” Maquiavel, patrono dos Políticos devotos!

desvendando a realidade

É de espantar a sua existência, mas ele existe, sim! Suas virtudes são praticadas nos cinco continentes com bramidos, seus exemplos são imitados com ufania, suas doutrinas “santíssimas” - é claro! - são difundidas com humildade, principalmente por uma gama de fiéis devotos, de modo especial por políticos.

Sendo um “santo” de espécie rara, inusitada, atribui-se a ele privilégios especiais, por exemplo, um deles é de ter não apenas um dia em seu louvor, mas sim toda uma temporada, que coincidentemente é festejada no período de eleições da nação, ocasião esta que faz seus fiéis devotos entrarem em delírio! Quer dizer, ficam com uma Deevooçããão daquelas!!!

A vida deste “santo” não é fácil, não! Súplicas, indagações, reclamações, insatisfações etc. são em função do seu nome - Maquiavel. Sendo todas elas um buscar a “perfeição”, é claro!

A todo o momento se ouve no interior de cada fiel devoto: O que devo fazer? – O devoto Apreensivo suplica: Que luz eu devo ter para que o meu eleitorado acredite no funcionamento do meu projeto e de minha competência em realizá-lo?! – Do Desesperado, que está em crise: O que devo falar ou não falar para que o eleitorado não se choque, e me ache um chapeuzinho vermelho meigo e doce, não um lobo mau?! – Já o Comodista: Devo continuar a não falar a verdade, mesmo com o perigo de que outro pegue a bandeira primeiro?! (este é o mais áspide) – O Reclamão: Já fiz todos os acordos políticos e mesmo assim duvido de minha eleição! – Também tem o Complexado: Já que tenho que entrar na palhaçada, prefiro ser eu mesmo! – Não podia faltar o Oportunista: O eleitorado é moralista, então devo ser também. Espero que cole. Tentar nunca é demais! – Já estava esquecendo o Convergente: Como devo explicar que a Bíblia e O Capital são “irmãos”?(Vem à luz!) Talvez cantando, porque quem canta reza duas vezes! Paramos por aí, por haver tantas súplicas e tipos de devotos!

Tendo como máxima ‘os fins justificam os meios’, “São” Maquiavel tornou-se um modelo a imitar entre os seus.

Entretanto, não é bem acolhido este conceito por um número bem considerável, que está presente de modo plausível na grande platéia, que presencia o Show Político.

Diante deste Show as manifestações desta platéia são as mais diversificadas possíveis. Alguns, após um dia muito fatigante, começam a simular um cochilo, porém, quando é apresentado o primeiro Político, uma das pálpebras se levanta, e vencida pelo tédio logo se abaixa, mas os ouvidos permanecem atenciosos! Outros preferem conversar com velhos amigos, novos ou com o que apareça. Porém quando os do palco fazem um comentário politicamente incorreto, a conversa cessa na hora, e se perguntam todos: Como é que é? É isto mesmo que ele falou?

Nesta hora até os que dormem acordam e fustigam a discussão dizendo que estavam com olhos fechados, mas com os ouvidos não! Isto é um absurdo!!!

Logo o que parecia uma platéia aliciada na modorra, se torna um tufão de definições! Muitos que nunca se perguntavam por que existiam, passam a se perguntar por que se deve existir e ainda lutar por isto!

Contudo, por tudo isso os políticos devotos ficam angustiados! E ainda mais com “seus” ‘dispositivos’ de sondagem mostrando-se tão incertos e limitando-se a dar palpites! Não se convencem da realidade da platéia! O que sobra para sair deste impasse é pedir para as “beatas” marqueteiras que vivem de “oração”, uma “oração” especial e infalível, quase um “milagre”! Porém, como todas “beatas” são apenas “beatas” e não “Santas”, é de se fazer muita coreografia ainda, quer dizer, é preciso ter muita “reza”...

Não é porque terminou a sua comemoração que o fervor dos “devotos” tende a diminuir em relação a este “santo”!

Para assim concluir o espetáculo, dúvidas nascem no horizonte! Se este “santo” não for Santo?! Então, que “deus” é o dele? E para onde ele quer nos levar?

Nossa Senhora!!! Que Deus nos livre...

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Importantíssimo: Papa Bento XVI pronuncia discurso sobre a situação política brasileira

Hoje às 7 horas da manhã (horário de Brasília) o Papa Bento XVI recebeu em Roma os bispos da Regional Nordeste 5 (Bispos do Maranhão) e tratou da defesa da vida e do dever dos bispos de, sempre que necessário, se pronunciarem sobre eleições.

O que nos enche de alento é que o Sumo Pontífice – sem mencionar nomes – atacou projetos de direitos humanos (leia-se PNDH-3) que ferem o direito fundamental à vida:

"Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38)."

Outro trecho importante:

"Em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. Gaudium et Spes, 75)."

E também:

"Ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo. (cf. Evangelium vitæ, 82)."

Por fim, o Papa considera a questão dos símbolos religiosos:

"Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara (…)?"

Leia abaixo a íntegra do discurso:

Amados Irmãos no Episcopado,

Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5. Lendo os vossos relatórios, pude dar-me conta dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf.Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente má e incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38).

Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitæ, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”» (Discurso inaugural da V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baía da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade.

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Fonte: http://press.catholica.va/news_services/bulletin/news/26281.php?index=26281=po (Os grifos são nossos).

Fonte da matéria: http://www.ipco.org.br/home/noticias/importantissimo-papa-bento-xvi-acaba-de-pronunciar-discurso-sobre-a-situacao-politica-brasileira

P. S. = A Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz julga necessária a divulgação do pronunciamento de Bento XVI diante das incertezas que passa o Brasil hoje. Mais ainda sobre a Cultura da Morte que se pretende instaurar na Terra de Santa Cruz!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

A Mensagem de Fátima, seu Segredo e seu significado no presente

Este foi o tema tratado no 1º Encontro de Devotos de Fátima da Cidade de Itu (cidade do interior de SP), ocorrido neste último sábado, (16 de outubro) às 15:00h no Itu Colonial Plaza Hotel (centro), próximo do Quartel “Regimento Deodoro”. A palestra foi ministrada pelo Orientador e Conselheiro de Campanhas da Associação Devotos de Fátima, Sr. Marcos Luiz Garcia.

Esta iniciativa para difusão da Mensagem de Fátima aos lares católicos foi promovida por uma coalizão de Campanhas Fatimitas, sendo elas: Associação Devotos de Fátima, Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz e Liga do Santo Rosário. Contando com a participação de mais de 80 pessoas no seu primeiro encontro, promete ser o inicio de muitos outros que virão!

A programação iniciou com a recitação do terço, uns dos pedidos de Nossa Senhora de Fátima em suas aparições.


Logo em seguida deu-se a abertura do encontro. O palestrante chamou os representantes das campanhas que compõem a coalizão para que presidissem a mesa. Também explicou a razão desta iniciativa e passou a palavra para o representante da Ação Jovem, Sr. Márcio Coutinho e da Liga, Prof. João Paulo de Camargo, ambos residentes em Itu.

Sr. Márcio explicou a finalidade do movimento voluntário Ação Jovem, que tem como meta despertar na juventude ideais, valores e princípios morais provenientes da Civilização Cristã, que outrora formavam seu caráter. Mostrou também várias atividades que ela promoveu em prol da juventude nesses últimos anos.



Já o Prof. João Paulo explicou as atividades que exerce com outros participantes, levando a Imagem de Fátima aos lares católicos, com o intuito de promover a devoção a Nossa Senhora de Fátima e de modo especial o hábito de recitar o terço todos os dias, conforme em Fátima Nossa Senhora pediu.

A Palestra se iniciou, contando com explanações e projeções sobre o tema a ser tratado. O Sr. Marcos Garcia ressaltou o grande papel de Deus na História do homem desde sua origem até os dias atuais, de modo especial a ação divina diante das quedas e ascensões da humanidade. Por exemplo, a vinda de Nosso Senhor foi para elevá-la, diante da decadência em que estava.

Já a Idade Média, a doce primavera da Fé, foi um ápice, porém deveria subir mais ainda, almejando o ‘triunfo do Imaculado Coração de Maria’. Triunfo que se entende ser dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria, diante da promessa “venha nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu.” conforme ensinou o próprio Homem-Deus.

Preparando este Triunfo, sucedeu uma série de aparições de Nossa Senhora, por exemplo, a de 1830 da Medalha Milagrosa, a de 1846 de La Salette, a de 1858 de Lourdes e também a de 1917 em Fátima, formando uma era de manifestações de Nossa Senhora aos seus filhos para que retornem ao caminho que Deus lhes traçou.

Além disso, o palestrante tratou da grande importância que devemos dar à Mensagem de Fátima, de modo especial do seu Segredo no qual foi lido por todos os presentes.



Salientou também que Nossa Senhora de Fátima quis mostrar sua benevolência para com seus filhos, advertindo-os dos males que virão caso não haja uma conversão sincera, comprometendo-se a uma emenda de vida, fazendo penitência e rezando o terço todos os dias, para que todos participem do ‘triunfo do Imaculado Coração de Maria’!

Foram muitas outras as impressões deixadas pelo encontro, porém só quem dele participou poderá registrá-las!

No final da exposição foi sorteado um belíssimo quadro de Nossa Senhora de Fátima. Igualmente a coalizão quis beneficiar todos os participantes, presenteando-os com algumas obras, como por exemplo, o livro “O Milagre do Sol” e outros objetos de devoção.





Em seguida todos se despediram da Imagem de Nossa Senhora de Fátima que presidiu o evento.

sexta-feira, 18 de junho de 2010



Vamos abraçar esta luta contra a Cultura da Morte, sem fronteiras !


A Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz, apoia esta mobilização em defesa da Vida, desta vez é do outro lado do mundo que se ouve os gritos dos inocentes!


Convido você também, a participar desta reação, mandado seu protesto aos parlamentares de Luxemburgo.


Acesse o site em português= http://www.sosvita.org/?lang=pt-pt e dê, Não ao Aborto !


Um dever Moral e de todo Homem nascido ! Eles fariam isto por nos, também !

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Acampamento no dia 04 a 06 de Junho de 2010, Corpus Christi

“A Cavalaria não morreu!”


O caro leitor poderá ficar um pouco apreensivo ao ler esta exclamação tão inusitada hoje em dia. Por se tratar de algo que reporta para um passado longínquo e que a primeira coisa que se pensa é um conjunto de cavaleiros montados a cavalo com suas armaduras e armas pronto para lutar, na qual sofreu uma investida mas não morreram!

Não digo desse aspecto caro leitor, mas da mais alta expressão que circunda a palavra Cavalaria, quer dizer o espírito de Cavalaria. “Uma forma de beleza chamada heroísmo” como dizia o Prof. Plínio Correa de Oliveira. A Santa Madre Igreja guiada pelo Espírito Santo transformou aqueles bárbaros e de modo especial a juventude em verdadeiros templo do Espírito Santo. Seus hábitos bárbaros e pecaminosos passaram a ser os seus grandes inimigos, travando sobre si umas das mais penosas e triunfantes lutas que o homem pode travar!

Diante do neo-barbarismo que a juventude se encontra hoje é de se preocupar que futuro os terá? Já não mas paira sobre eles a honra, a dignidade, o pudor, a justiça, a caridade, a cortesia e o heroísmo, algo que dimana do espírito de Cavalaria. Para revigorar este espírito na juventude este foi o leitmotiv deste acampamento.



Aproveitando o feriado de Corpus Christi, bem como a sua emenda, nos dias 04 a 06 de junho último a Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz promoveu o seu 7º Acampamento em prol da Juventude, desta vez ele ocorreu em uma chácara na proximidade da cidade de Itapecerica da Serra - SP.

Nesta programação contou com a presença de 13 participantes provindos das cidades de São Paulo, Itu (SP) e Curitiba (PR). Foram três dias de estudos de temas históricos, religiosos e culturais e também de lazer, numa atmosfera de bom convívio, tudo que uma juventude precisa para uma boa formação.



As exposições tiveram como tema a guerra das influências (tanto boa como má), o Cerco de Czestochowa, a resistência do Forte Saint’Elme e o papel da Devoção a Nossa Senhora do Bom Conselho. Constou também de projeções sobre o prisma da “Revolução nas Tendências” *, e de modo especial na indumentária e na arquitetura moderna, mostrando o choque de Civilizações e de mentalidades.




Foi também palco de uma sketch, onde um cavaleiro cujo “nome” era Godofredo Bouillon conclamou aqueles jovens a seguir seu exemplo de fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo, um modelo de despretensão, donde não aceitou ser coroado como Rei de Jerusalém onde seu Deus foi coroado com uma coroa de espinhos.







Todas as manhãs se formavam em direção a um oratório em louvor a Nossa Senhora de Lourdes e se rezava as orações matinais e antes de todos os jantares também se rezava o terço.







As atividades de lazer foram variadas com o voleibol, jogos de mesa, xadrez, jogo do escudo e em destaque o Paint Ball, que desta vez a batalha foi travada em uma mata fechada, propiciando a ter mais criatividades no jogo.











Nas refeições se fazia uma pequena leitura para proporcionar uma boa conversa, criando uma atmosfera serena e ao mesmo tempo estusiasmante. Como não podia faltar, como de costume no nosso acampamento, o tão esperado Churrasco.




Foi possível fazer um Jantar em estilo medieval a luz de vela, tendo como destaque uma armadura “brasileiramente” confeccionada, que faria inveja a qualquer cavaleiro medieval, por suas dimensões.







As equipes denominadas “Leão Rompante” e “Águias de Lepanto” travaram uma disputa para construção da fogueira, porém como é de costume sempre chove antes de acendê-la, assim só foi possível acendê-la no outro dia, aos cantos e contos.


Estes foram dias que provaram que a “Cavalaria não morreu!”



* Plínio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, ARTPRESS, São Paulo, 1982 Parte I, Cap. V, 1ª, pág. 23.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

SOB A MÁSCARA DOS DIREITOS HUMANOS, UMA NOVA RELIGIÃO SEM DEUS

Teve ampla repercussão o lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) pelo governo Lula. Nesta edição, Catolicismo destaca sucintamente o que a iniciativa contém de diretamente anticristão. Sem dizê-lo, caracteriza-se como a religião do homem, em substituição à religião de Deus. Traz consigo uma nova moral e um novo “decálogo”, que são os imaginários ou distorcidos direitos humanos.


Leo Daniele

Em substituição aos Dez Mandamentos da Lei de Deus, teremos agora que pautar nossas ações pelos “direitos” das prostitutas, dos homossexuais, das feministas, dos vadios, dos invasores de terras e de prédios, das “culturas” primitivas, dos revoltados de todo gênero.

Não estamos inventando nada. Diz o Presidente Lula: “Tenho reiterado que um momento muito importante de nosso mandato foi a realização da 1ª Conferência Nacional de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, em 2008, marco histórico na caminhada para construirmos um país sem qualquer tipo de intolerância homofóbica”.

E o texto do PNDH-3 é ainda mais claro, pois recomenda: apoiar projeto de lei que disponha sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo; promover ações voltadas à garantia do direito de adoção por casais homoafetivos; reconhecer e incluir nos sistemas de informação do serviço público todas as configurações familiares constituídas por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), com base na desconstrução da heteronormatividade.

Que significa a rebuscada expressão “desconstrução da heteronormatividade”? Desconstrução é a desmontagem, a decomposição de um conceito, portanto sua negação. Trata-se de abandonar o conceito de “heteronormatividade”. Pois, para o PNDH-3, é preciso deixar de considerar a diferença dos sexos no matrimônio (heterossexualidade) como normativa dentro de uma sociedade. A “desconstrução da heteronormatividade” corresponde a negar o conceito natural de que um casal é constituído por um homem e uma mulher, passando a ser normal haver “casais” de dois homens ou duas mulheres.

Não se trata apenas de aceitar que existam, mas considerá-los normais. O PNDH-3 não é apenas tolerante para quem pratica — digamos que por fraqueza — um ato homossexual, mas quer que ele seja considerado normal como qualquer outro. Ou seja, não basta haver tolerância legal para a homossexualidade, todos devem considerá-la normal como tomar um copo d’água. E vai-se trabalhar com verbas oficiais para que a homossexualidade ou a heterossexualidade sejam consideradas mera questão de escolha.

O pseudo-direito à depravação é um direito humano? É o que parece resultar dessa concepção, segundo a qual seria considerado “excludente”, por exemplo, o Apóstolo São Paulo, que na Epístola aos Romanos censura com veemência os atos contrários à natureza (cap. 1); e também o seria a majestosa galeria dos santos e Papas, que os condena desde a Antiguidade até a Encíclica Deus Caritas Est, de Bento XVI.

É bem o contrário, portanto, o que ensina a doutrina católica. Ela avalia a homossexualidade como um pecado que “brada ao Céu e clama a Deus por vingança”...

Para ler toda a matéria clique aqui ou copie e cole no seu navegador
http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=A0391D78-3048-313C-2EF2975348A2C036&mes=Março2010&pag=1

Participe também de uma mobilização, contra este Programa nefasto!

Mande agora mesmo seu cartão Amarelo e faça ouvir sua opinião! Já foram enviados mais de 320 mil Cartões aos Deputados e Senadores! Não deixe de participar desta iniciativa formidável!

Para participar desta mobilização clique no link abaixo ou copie e cole no seu navegador http://www.ipco.org.br/pndh/conteudo/veja-como-voce-pode-semobilizar-contra-o-pndh-3


O INIMIGO NÚMERO UM DA FAMÍLIA




Em entrevista à SBT, em 29-10-1992, Plinio Corrêa de Oliveira expõe sobre o homossexualismo os seguintes princípios, que se aplicam ao tema presente:

“Uma vez que a relação homossexual é estéril por definição, compreende-se bem que ela destrói a família, e que portanto ela é o contrário da família, é o inimigo número um da família.

O ato sexual existe na ordem natural das coisas para a fecundidade da família, e através da fecundidade da família para a expansão do gênero humano. O preceito de Deus Nosso Senhor aos homens, enquanto eles se encontrarem na Terra, é ‘multiplicai-vos e enchei a Terra’. É preciso portanto fazer isto, e por todas as maneiras não impedir a fecundidade da relação sexual, que só se exerce legitimamente no matrimônio. Ora, para a homossexualidade não existe matrimônio, e sobretudo não pode existir fecundidade.

O resultado é que isso é completamente contrário à ordem natural das coisas, portanto contrário à família.

O homossexualismo foi durante séculos objeto de uma verdadeira aversão da parte das gerações que se sucederam. E isso não por um capricho, não por um modismo qualquer, mas em virtude dos princípios doutrinários que eu acabo de enunciar, e que são os da doutrina católica, apostólica e romana, desde os tempos em que a fé impregnava profundamente toda a vida social, e portanto também a vida familiar, com a suavidade e o esplendor dos seus valores.

É compreensível que aquilo que é oposto à fé fosse visto com rejeição, e portanto que também a homossexualidade fosse vista com rejeição. Para calcular bem a energia dessa rejeição, deve-se tomar em consideração que, segundo a doutrina católica, a homossexualidade é um pecado qualificado entre os poucos que bradam ao Céu e clamam a Deus por vingança”.

Fonte: Revista Catoliscimo

terça-feira, 23 de março de 2010

4 Marcha pela Vida Contra o Aborto março 2010 Na Aurora de uma March for Life!!!



Do mesmo modo que uma criança tende a se desenvolver gradualmente, a 4 Marcha pela Vida contra o Aborto segue seus passos, fitando a March for Life Americana.


Está foi a impressão deixada pelos 4 mil participante contrário a descriminação do Aborto que prevê o Projeto de Lei 1135/91 e ao nefasto Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3) assinado pelo Presidente Lula, no dia 22 de dezembro de 2009, na véspera do Natal, um plano contra a Família e a Vida.

E de se notar no slogan entoado na marcha: “1,2,3,4,5 mil, para salvar as nossas crianças nós paramos o Brasil!” a tremenda indignação a este hediondo PNDH-3.

Programa este em que a Vida humana e a Família ficam em um iminente dilema! Será que a Constituição Brasileira não cumprirá mais o seu papel em defesa da Vida Humana e da Família, célula Mater da Sociedade, aspectos estes vitais de uma constituição?

Diante desta iminência a Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz participa mais uma vez nesta coalizão contra a matança dos inocentes, um brutal assassinato, com o perigo de se torna uma Lei iníqua.

A Ação Jovem marcou presença com sua faixa e colaboração a outras associações anti-abortistas bem como, Brasil Pela Vida e Nascer é um Direito.
Ajudando a distribuir cerca de 2.500 folhetos (Como transformar um crime em Lei) e 2.100 adesivos em apoio à marcha Contra o Aborto.

Esperamos sim que esta marcha sirva de exemplo para o resto do Brasil, oxalá que em todas as capitais ocorra concomitantemente este brado pela Vida, pela a Família e pelo nosso Brasil autenticamente Cristão!


Para conhecimento do que se trata o Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH-3) aconselho ler um artigo da Revista Catolicismo edição nº 711 – março – ano 2010, como o titulo “Sob a máscara dos Direitos Humanos, uma nova religião sem Deus” de autoria do senhor Leo Daniele.


P.S.= Realizou-se, no dia 21 de março de 2010, com a participação de milhares de defensores da vida, a 4ª Marcha pela Vida contra o aborto, em São Paulo. O evento constou de uma passeata, que começou em frente à Câmara Municipal de São Paulo, e se dirigiu para a Praça da Sé, onde autoridades religiosas e civis, e representantes de algumas associações fizeram o uso da palavra. Onde a Ação Jovem marcou presença, atuando em defesa dos inocentes!

quarta-feira, 10 de março de 2010

“A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!”


Este foi o brado entoado pelos 41 participantes neste sexto Acampamento da Ação Jovem Pela Terra de Santa Cruz em prol de nossa juventude brasileira, tendo com objetivo revigorar na juventude o verdadeiro espírito que provinha da atmosfera do carnaval de outrora, um ambiente sério ao mesmo tempo estusiasmante, mas tendo como fundo a preparação para a quaresma!

Entre os dias 13, 14, 15 e 16 de fevereiro, a Ação Jovem mais uma vez promove um encontro, desta vez foi em uma fazenda Colonial do séc. XVIII localizada na cidade de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, que contou com a participação de 41 jovens de 5 Estados da Federação e do Distrito Federal, proveniente das mais distantes localidades, de Salvador no Nordeste, de Curitiba no Sul, de Brasília no Centro Oeste, de São Paulo no Sudeste entre muitas outras. Foram 4 dias de verdadeira formação intelectual, cultural e progresso espiritual.

A parte da manhã era dedicada às reuniões. O tema central foi à importância de entender a decadência do mundo moderno em todos os sentidos – nas leis, na cultura, nos costumes, etc. – e de tomar face diante dela, uma resolução. Uma das conferências tratou do processo de vulgarização em todos os aspectos da vida de hoje: o design dos carros, celulares, roupas, propagandas, etc., com base na doutrina da Revolução Tendencial, explicada no livro Revolução e Contra-Revolução do Prof. Plínio Corrêa de Oliveira.

Ora, como do nada, nada sai, se alguém quer lutar contra os erros do mundo moderno, deve antes ser o contrário desses erros. Assim, foram dadas duas conferências sobre a virtude da castidade e os exemplos históricos de santos e almas de escol que preferiram às vezes a morte a se entregar ao vício. De outro lado, como lutar contra a Revolução, sem devoção à Santíssima Virgem e freqüência aos Sacramentos? Eis o tema de outra conferência.



Na parte da tarde, momentos de descontração como cavalgadas e jogos também fizeram parte do programa, tendo como destaque a Caça ao Tesouro, Jogo do Bastão e o Paint Ball e no entardecer, com uma brisa agradável, os jovens se reuniam para conversas e orações em pequenos grupos. Mais à noite, áudios-visuais e teatros fizeram do fim do dia o efeito do chantilly sobre o doce. Não esquecendo de uma noite de vigília aos pés da fogueira.













Uma visita inesperada, mas muito desejada, deu a todos grande alegria: A Imagem Milagrosa de Nossa Senhora de Fátima , Peregrina Internacional, esteve na Fazenda durante uma noite. Foi recebida em cortejo com tochas, desde o portão da fazenda até a sede. À medida que passava, era saudada com fogos de artifício. Tendo sido entronizada no salão principal, cantamos todos o oficio em sua honra, e depois começou uma vigília que só terminou com sua saída ás 8 horas da manhã.
O que a todos mais impressionou foi que Nossa Senhora quis assim dar sua chancela ao Congresso, como o que dizendo: “Meus filhos, continuem, Eu os ajudarei!”

Na despedida, jogos ao estilo medieval à luz de tochas, e ao final um lauto banquete também à luz de tochas. E tudo se encerrou com um discurso, animando os jovens a lutar pelos ideais da Civilização Cristã em suas respectivas cidades, tanto contra as leis iníquas como a lei do aborto, quanto em defesa da família tradicional e da virtude da castidade.

Após o discurso, todos foram presenteados por uma belíssima estatueta de um cavaleiro cruzado, logo em seguida, uma bonita queima de fogos encerrou mais esse encontro da Ação Jovem pela Terra de Santa Cruz.

Suplico a Nossa Senhora de Fátima que derrame muitíssimas graças aqueles devotos Dela que se imolaram em ajuda este acampamento da Ação Jovem, sendo ele uma grande esperança a nossa juventude, em dias que tanto desola nosso Bom Deus e nossa Mãe Santíssima.

Jovens, até o próximo acampamento!

Em Jesus e Maria

Márcio Coutinho

Veja as fotos na: Atividas Ação Jovem