A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Estudo comprova que homossexuais não “nasceram assim”


Por Bryan Fischer

Sabemos que basta um caso de mudança de orientação sexual para provar que os homossexuais não são prisioneiros inevitáveis desse estilo de vida, e que a orientação sexual não é uma característica imutável, como a raça. Como diz o ditado, é impossível encontrar um ex-negro, mas agora se constatou que não é impossível encontrar um ex-homossexual.
Na verdade, há um monte deles por aí.
A pesquisa provando que é possível um homossexual corrigir sua situação foi publicada em uma revista científica. Tendo sido conferida pelos próprios interessados, isso invalida uma velhaca e irritante objeção alardeada pelo conluio de desviados sexuais.
Stanton L. Jones e Mark A. Yarhouse publicaram no Journal of Sex and Marital Therapy um estudo estatístico sobre mudança de orientação sexual por meios religiosos (Vol. 37, páginas 404-427). Apesar de os ativistas homossexuais insistirem em que a mudança de orientação é impossível, e que a tentativa de alteração é prejudicial, estes pesquisadores descobriram que de fato o oposto é que é verdadeiro.
No passado, a Associação Americana de Psicologia (APA) enfiou os dedos nos próprios ouvidos, e estupidamente entoou: “A homossexualidade não pode ser mudada – os riscos potenciais da terapia reparadora são grandes, incluindo depressão, ansiedade e comportamento autodestrutivo”.
Mas ela está absolutamente errada.
Jones e Yarhouse acompanharam durante 6 a 7 anos 61 indivíduos que completaram o trabalho de terapia reparadora com a Exodus International. Desses 61 homens e mulheres, 53% tiveram resultados bem sucedidos. Vinte e três por cento conseguiram uma conversão bem sucedida para a heterossexualidade, tanto na orientação como na funcionalidade, enquanto outros 30% alcançaram castidade comportamental bem como substancial “des-identificação” com a orientação homossexual (vinte por cento abandonaram o processo e aderiram totalmente à identidade homossexual).
Quanto a ser prejudicial o próprio tratamento, na média o sofrimento psicológico não aumentou, e para muitos houve melhorias significativas.
Os autores têm o cuidado de advertir contra projeções exageradas com base em suas pesquisas, mas evidentemente suas descobertas são uma dramática recusa para o estribilho de que a mudança é impossível, e que a própria tentativa de mudança é prejudicial.
Os autores ressaltam algumas atitudes a tomar. Uma delas é que, sendo a mudança de orientação sexual claramente possível, a decisão de pessoas que procuram mudá-la deve ser respeitada e sustentada.
Quais as probabilidades de ser confrontado pela comunidade homossexual com algo assim: “Já tomei minha decisão, não me confunda com os fatos”? A probabilidade está entre mínima e nenhuma, pois a esquerda é profundamente anti-científica, e sua reação a essas descobertas será previsivelmente anti-científica.
Da mesma forma, se os defensores do homossexualismo fossem honestos e acatassem os resultados da pesquisa científica, deixariam agora de invalidar a terapia corretora para pessoas interessadas em corrigir de orientação sexual. Infelizmente, o compromisso cego, irracional e emocional deles com a própria agenda torna isso impossível, exceto para os poucos dentre eles que não são preconceituosos.
Um desses poucos não preconceituosos é Nicholas Cummings, ex-presidente da American Psychological Association. Quando os pesquisadores publicaram seus resultados preliminares no livro “Ex-gays?”, Cummings afirmou: “Este estudo abriu novos caminhos [...] e abre novos horizontes para a investigação. [...] Esperei mais de trinta anos por este estudo refrescante, penetrante”. Em seguida passou a referir-se ao livro como “leitura obrigatória” para os terapeutas, conselheiros e psicólogos acadêmicos.
Essas descobertas refletem o que afirmou, em 2003, o psiquiatra Dr. Robert Spitzer, de Columbia, depois de estudar 200 ex-homossexuais que obtiveram algum grau de mudança: “As alterações que se seguiram à terapia reparadora não se limitaram ao comportamento sexual e ao reconhecimento da própria orientação sexual. Abrangeram atração sexual, excitação, fantasia, desejo, como também o sentir-se incomodado por sentimentos homossexuais. São mudanças que abrangem os principais aspectos da orientação sexual”.
Estas observações do Dr. Spitzer são particularmente importantes, pois foi ele quem liderou a campanha política que em 1973 retirou a homossexualidade da lista oficial de transtornos mentais da Associação Americana de Psiquiatria. A APA vai ter que atualizar seu website, pois contém esta declaração cientificamente incorreta: “Até esta data, não houve nenhuma pesquisa científica adequada para demonstrar que a terapia que visa mudar a orientação sexual [...] é segura ou eficaz”.
Bem, agora existe a “pesquisa cientificamente adequada” para mostrar que a mudança é possível. Será que a APA vai afinal entrar no século 21 e admitir isso? Não alimente grandes esperanças.
O próprio procurador-geral, Eric Holder, está confinado na mentalidade depressiva e anti-ciência dos fundamentalistas, pois sustentou em fevereiro acreditar que “a orientação sexual é uma característica imutável”. Parece que precisamos de um novo procurador-geral.
Última linha: A mudança de orientação sexual é possível, e este estudo é a prova. Deixemos para trás a insensatez biológica e psicológica de que homossexuais “nascem assim”, e que nada se pode fazer sobre isso. Tanto a Sagrada Escritura quanto a investigação científica dizem algo muito diferente.

Fonte: ADF, 19 de novembro de 2011. 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A espada de Simón Bolívar

Marcelo Augusto Siqueira

Segundo o jornal jornal El Universo (19/10/2011), em 16 julho de 2010, Hugo Chaves fez uma cerimônia de exumação do revolucionário Simón Bolivar. Tempos depois começou a perambular com a espada do personagem pelo mundo todo. Só que agora esta espada está começando a ceifar algumas cabeças…



Kadaffi é agraciado com uma réplica da espada Simón Bolivar por Hugo Chavez e o seu fim, todos sabem...
Foi entregue, por exemplo, à Fidel Castro e pouco tempo depois estava fora do poder, deram ela também para Ahmadinejad, ele declarou que estava com um cansaço um pouco estranho, Nestor Kirchner foi agraciado com a espada e já bateu as botas, o presidente paraguaio teve câncer e Mugabe também.

O próprio Chaves, que começou essa história toda, está apelando para Cuba nos tratamento de quimioterapia. E agora até nosso ex-presidente está com câncer na laringe! Depois que Chaves fez a cerimônia ocultista e passou a oferecer a tal espada para os líderes mundiais o feitiço está retornando contra os “feiticeiros”.

Será uma maldição ou um castigo de Deus pelas suas más façanhas?

Fonte : IPCO, novembro 2011.

sábado, 12 de novembro de 2011

Cadê sua Coerência, Caro Ateu?!

Luís Felipe Escocard


Estamos vivendo numa época
de contradições espantosas
Já estamos a menos de dois meses do final de 2011, e nesse período temos uma tendência a olhar para o passado, em pensar como foi o ano que se esvai, quais os principais acontecimentos, etc.

Era justamente o que estava fazendo, coletando algumas notícias deste ano, quando me deparei com uma nota minúscula de “O Estado de São Paulo” de 24 de fevereiro, da qual em absoluto não me lembrava.

Confesso que fiquei pasmo. Contei para os meus amigos e a reação foi a mesma. Que imensa contradição, dentre tantas outras, deste século XXI!

E apesar de tão grande contradição, a notinha do jornal, de 4 linhas apenas, não teve ao que parece, grandes repercussões.

O leitor quer saber logo do que estou falando? Pois vou lhe contar… Mas, por favor, prepare-se para o susto!

Uma pesquisa publicada no Journal of Personality and Social Psychology pela Universidade Case Western Reserve (EUA) chegou a conclusão que estudantes universitários ateus ou agnósticos blasfemam mais contra Deus Nosso Senhor do que aqueles que acreditam nEle.

“Sentem mais raiva”, no dizer da pesquisa, inclusive em questões pequenas como lesões em esportes ou reprovação em alguma matéria estudantil.

É o contrário daquele que acredita em Deus, ainda segundo a pesquisa, pois sabe que Ele tem boas intenções para si, mesmo não entendendo às vezes Suas intenções.

Tenho a impressão que todos devem ter feito a mesma pergunta que eu:

ORA BOLAS, SE NÃO ACREDITAM EM DEUS PORQUE TÊM RAIVA DELE E O CULPA PELOS INFORTÚNIOS QUE ACONTECE EM SUAS VIDAS??!!

Alguém teria uma explicação razoável para isso? Se tiver, por favor nos envie que publicaremos aqui com todo gosto.

E a ti, caro ateu, ao menos seja coerente!
Fonte: IPCO, Novembro, 2011.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Aos pés do Cristo Redentor: Peregrinação e Missa Tridentina soleniza festa de Cristo Rei


Marcio Coutinho

No dia 12 de outubro deste ano, comemorou-se o octogésimo aniversário do Cristo Redentor, que tem como pedestal o Corcovado localizado na Cidade Maravilhosa.


Para comemorar tal data, neste mesmo mês, no dia 30 de outubro, festa de Cristo Rei, o movimento Peregrinos de Cristo Rei promoveu uma peregrinação até o Cristo Redentor onde foi realizada uma Missa no rito tridentino, na capela de Nossa Senhora Aparecida, situada aos pés do Cristo. O evento contou com a presença de mais de 150 pessoas de diversas partes do Brasil.


Partindo da Praça Afonso Viseu, no Alto da Boa Vista, num trajeto de cerca de 10 km, com cantos tradicionais, orações, ladainhas e estandartes religiosos, os peregrinos caminharam até o “Trem do corcovado” para assim subirem até o Cristo Redentor e assistirem a Santa Missa.


Cantos gregorianos acompanharam a celebração da Missa e a homilia chamou a atenção de todos sobre a importância dos valores morais e dos símbolos religiosos. Por se tratar de uma capela pequena, a maioria das pessoas ficou do lado de fora sob a ação de um forte vento que podia bem simbolizar a ação de um mundo ateízado que pretende varrer a Civilização Cristã da face da Terra, mas, a exemplo do próprio Cristo Redentor, todos ali presentes permaneceram intrépidos.


A tradicional peregrinação, que há anos não se realizava, iniciava seu trajeto na atual Antiga Sé, Igreja Nossa Senhora da Candelária, e se desdobrava até o Corcovado. Para os Peregrinos de Cristo Rei a restauração dessa manifestação religiosa foi um desafio vencido, a qual todos os participantes, aos pés do Cristo Redentor, pretenderam realizar novamente, no próximo ano, na solenidade de Cristo Rei, restaurando também o trajeto original.