A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

sábado, 28 de maio de 2011

Para onde o Brasil caminhará se os direitos da Família continuar ser sucumbidos pela Degradação Moral?!




Veja o que se passou no Camboja com a implantação
do comunismo e conheça o seu principal INIMIGO!



video



O PLC 122/2006 implantará uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil. Todos os que, ainda que pacificamente, manifestarem-se contra a prática homossexual, poderão ser presos de 2 a 5 anos!

Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, pelo fato de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.

Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.

O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006.

p.s.: a cena é do filme "grito do silêncio".


Fonte: ituresiste - http://www.youtube.com/watch?v=9qneIv0ot-4

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!

Nº 5

Por que estudar a Religião? — V

Na edição anterior, o autor(*) tratou da criação do homem; na presente ele versa sobre a imortalidade do Céu e do Inferno, como fundamento lógico da imortalidade da alma, do prêmio eterno que merece o justo, ou do castigo eterno que cabe ao pecador


Depois da morte já não haverá tempo nem para o mérito nem para o demérito, nem haverá lugar para o arrependimento

As mesmas razões que provam que a alma é imortal provam também que ela será eternamente feliz no Céu, ou eternamente desgraçada no inferno. A vida presente, com efeito, é o tempo da prova; e a vida futura é a meta, o término aonde deve chegar o homem inteligente e livre.

Depois da morte já não haverá tempo nem para o mérito nem para o demérito, nem haverá lugar para o arrependimento. Por conseguinte, os bons permanecerão sempre bons, e os maus sempre maus. É justo, pois, que sejam eternos também a recompensa dos primeiros e o castigo dos segundos.


A imortalidade do Céu e do Inferno

Deus ama necessariamente o justo, e é amado por ele. Por que, pois, se há de matar esse amor, posto que o justo permanecerá sempre justo? De outro lado, a felicidade da vida futura deve ser perfeita, e não seria perfeita uma felicidade que tivesse fim. Logo, o prêmio do justo deve ser eterno.

Análogas considerações provam que o castigo do culpado deve ser eterno. A alma penetra na vida futura no estado e com os afetos que tinha no momento da morte; e este estado e afetos são irrevogáveis, porque as mudanças não podem pertencer senão à vida presente, que é uma vida de prova, passada a qual todo ser fica fixado para sempre. O culpado persevera, pois, no mal: permanece eternamente culpado, e não cessa assim de merecer o castigo. “A árvore fica onde caiu: à direita, se caiu à direita; à esquerda, se à esquerda”.

__________

* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire, Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 67-68.

Fonte: Revista Catolicismo, junho de 2009, Leitura Espiritual

sábado, 21 de maio de 2011

A Realeza Inglesa extasia o mundo e golpeia o igualitarismo nas almas


Márcio Coutinho

O casamento de 29 de abril parece mostrar que o mundo
está atrás de alguma válvula de escape, pois está cansado do caos, da
vulgaridade e da feiúra.

O casamento do Príncipe William e da agora Duquesa de Cambridge Catherine Elizabeth, ocorrido em 29 de abril último, foi alvo de inúmeros artigos e comentários. Uns, analisando o fato em si, e as consequências políticas para a Grã-Bretanha. Outros, o aspecto histórico e protocolar. Sem querer tirar a esses e àqueles a importância, debruço-me sobre outro aspecto: o efeito profundo que as núpcias parecem ter causado na opinião pública mundial.

Como noticiaram os jornais, mais de 1 milhão de ingleses esperavam em frente do Palácio de Buckingham o almejado aceno do príncipe e da duquesa. Ao mesmo tempo, o evento era televisionado para Inglaterra e para o mundo, deixando mais de 2 bilhões de telespectadores deslumbrados. (Cfr. Folha UOL 30/04/2011)


Ora, esse deslumbre com o chamado “casamento do século” não parece ser uma simples espontaneidade de alma, decorrente da alegria de cônjuges importantes que todos compartilham. Pelo contrário, o impacto mundial acena para um fenômeno mais consistente: imerso num mundo cada vez mais caótico, onde a
beleza, o bom trato, a pompa, o respeito e o ornato têm cada vez menos lugar, as bodas principescas foram uma verdadeira válvula de escape.

Sobretudo os não britânicos sabiam que o casamento nada acrescentaria à sua vida prática. Mas muitos sentiram no acontecimento uma fuga do feio e do hediondo modernos. Uma fuga para o belo, não mais restrito a contos de fadas, mas representado na vida real.

Convém lembrar que este mundo encantado da realeza é fruto da Civilização Cristã, que ao longo dos séculos destilou as cerimônias, os protocolos, as roupas pomposas e aristocráticas de que pudemos ter ao menos uma idéia no casamento de 29 de abril.

Nos dias em que impera a propaganda do igualitarismo, motivado pela inveja, pela cobiça e pelo individualismo, é difícil conceber tal admiração, sobretudo de 2 bilhões de pessoas… É de se presumir que algo do igualitarismo dentro do homem foi golpeado, ainda que apenas por alguns dias!

Uma questão resulta de tudo isto: será que a opinião pública aos poucos vai se dando conta de que a utopia igualitária – tão apregoada por Marx e seus sucessores – não é o fator da felicidade e da paz social? E que as desigualdades harmônicas, recheadas de bondade, de pompa e esplendor trazem muito mais bem-estar do que a luta de classes?

Foi só eu comentar isso com um conhecido que se diz marxista, e ele me disse: “isso é mais uma forma sutil de repressão. O povo é oprimido pela monarquia e ainda assim gosta…” Eu só respondi: “Mas não foi você que me disse que acordou mais cedo para assistir?”

Ele não respondeu, mudou de assunto. No fundo, no fundo, ele tinha gostado…

sábado, 7 de maio de 2011

Dia 5 de maio de 2011 — UM DIA NEGRO NA HISTÓRIA DO BRASIL



Paulo Roberto Campos




Pelo menos o título eu desejaria escrever a carvão, pois, por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou hoje o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo — ou seja, “casais” homossexuais são equiparados a uma família! Sim, repito, por mais absurdo que seja: a união entre pessoas do mesmo sexo foi admitida como “entidade familiar”! Uma aberração contra a natureza. Pior: uma afronta à Lei Divina!



Já pelo primeiro voto, favorável à união homossexual, do ministro Carlos Ayres Britto (relator da ação) deu para perceber qual seria a decisão do STF: “O único a se manifestar [o relator] na sessão de ontem, votou por estender para as uniões entre pessoas do mesmo sexo os direitos e deveres previstos para casais heterossexuais. Pelo voto do ministro, os casais homossexuais teriam direito a se casar, poderiam adotar filhos e registrá-los em seus nomes [...] No entendimento do ministro, se a união homossexual não é proibida pela legislação, automaticamente torna-se permitida. E, sendo permitida a união homoafetiva, ela deveria ter os mesmos direitos garantidos para as uniões estáveis de heterossexuais. Dois homossexuais, portanto, poderiam ser tratados como família” (“O Estado de S. Paulo”, quinta-feira, 5 de maio de 2011).

Rasgando a Constituição Federal
Como sabemos, nossa Constituição (Art. 226, & 3º) claramente define:



“Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.




Evidentemente, os membros da Suprema Corte não ignoram esse artigo da Constituição Federal, mas “passaram de trator” por cima deste princípio básico que só considera como família a união entre um homem e uma mulher. O que é confirmado pelo Código Civil (Art. 1723):




“É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”.




Também evidentemente, os Digníssimos Ministros não ignoram que com tal aprovação eles, favorecendo a adoção de crianças por esses “casais”, aumentarão o número dos pobres pequeninos que passarão a viver traumatizados, pois não terão uma mãe a quem abraçar, ou um pai a quem com toda confiança se aconselhar. Os Ministros não ignoram também que estão favorecendo o ensinamento às nossas crianças que as relações homossexuais são normais, e que, portanto, elas poderão, quando maiores, optar entre constituir uma família naturalmente bem estabelecida entre um homem e uma mulher, ou uma "família" constituída entre dois homens, ou duas mulheres, com filhos adotados. Incutir que isso é normal, não é impulsionar as crianças à homossexualidade? Quem seria a tal ponto insensato afirmando o contrário? Ou afirmando que os filhos não se espelham nos pais?

“Familiafobia” aversão aos valores familiares
Em que fundo de abismo chegaremos, se continuarem as coisas neste descalabro? Primeiro equiparam-se “duplas” homossexuais a uma família e com direito à adoção de crianças; depois a aprovação da "Lei da homofobia" (o cerceamento da liberdade de expressão no que diz respeito a críticas ao homossexualismo); posteriormente vem (como já estão reivindicando) a oficialização do “casamento” homossexual; em seguida exigirão a legalização da poligamia; da poliandria; da união incestuosa, da pedofilia etc. etc., e não sabemos para que fundo do poço de aberrações o Brasil poderá ser empurrado — “Abyssus abyssum invocat” (Um abismo atrai outro abismo / Salmo 41,8).

Com todas essas aberrações sendo aprovadas, o que podemos vislumbrar? — A exaltação da “Familiafobia”! A aversão aos valores morais que regem a instituição familiar. Procurarão mostrar que a família naturalmente constituída, como estabelecida pelo Divino Criador, não é normal e que a normalidade é a aberração sexual.

Caminhamos para um tipo de “ditadura Judiciária?”
Estamos pasmos assistindo o Judiciário como que legislando, num claro desvirtuamento de suas funções. Por que tal votação não se passou no Congresso Nacional? — Pura e simplesmente porque a maioria do povo brasileiro é contrária a essas aberrações. Caso senadores e/ou deputados aprovassem o que foi decidido neste dia negro na História do País, os brasileiros de bom senso negariam seu voto aos congressistas. Entretanto, os Ministros do STF não dependem do voto popular. Assim, estão utilizando o Judiciário para aprovar esses comportamentos tão opostos aos costumes das famílias brasileiras.





Aliás, foi o que a senadora Marta Suplicy admitiu: “Conquistamos uma vitória na suprema Corte do País. Por um lado, é um intenso júbilo pela sensibilidade e atualidade das convicções dos nossos ministros; por outro lado, é uma derrota para o parlamento, que se acovardou nessa última década não colocando em votação nenhuma proposta para a união estável. Agora todas as leis nesse sentido terão visibilidade em visão da decisão do STF".








Outra declaração sintomática foi a do deputado homossexual Jean Wyllys, que se tornou muito conhecido quando participou de um BBB da “TV Globo”: "Viajo agora com a alma em festa pela decisão do STF. Espero que os princípios soberanos da Constituição triunfem também na Câmara! E hoje, dia de vitória, não vamos dar ouvido à tagarelice dos canalhas, ignorantes, fundamentalistas e cínicos. Eles foram derrotados!".

A continuar assim, não estaremos rumando para uma espécie de ditadura judiciária? Mas Deus não é um “derrotado”: “Dios no muere”, como bradou Garcia Moreno, o nobre presidente equatoriano. A vitória final será do Supremo e Divino Legislador. Do que valem as leis dos homens em comparação com as Leis de Deus? O Julgamento de Deus não falha; pode demorar, para provação nossa, mas o Divino Juiz julgará e vencerá. Peçamos a Ele que se compadeça de nós, salvando o Brasil de tamanha catástrofe, para que não nos suceda a desgraça que caiu sobre a Venezuela chavista e os países que foram subjugados sob a bota do comunismo.




Encerro com as palavras com as quais um grande Bispo e Doutor da Igreja, São Pedro Damião [pintura ao lado], increpa o vício do homossexualismo. Em seu famoso “Livro de Gomorra”, Escrito em 1051 e louvado pelo Papa São Leão IX, ele descreve não só a iniquidade da homossexualidade, mas também suas consequências psicológicas e morais:

“Em verdade, este vício não pode jamais ser comparado com nenhum outro, pois ultrapassa a enormidade de todos os vícios. [ ...] Ele corrompe tudo, mancha tudo, polui tudo. Por sua própria natureza, não deixa nada puro, nada limpo, nada que não seja imundície. [...]
“A carne miserável arde com o calor da luxúria; a mente fria treme com o rancor da suspeita; e no coração do homem miserável o caos ferve como Tártaro [Inferno]. [...] De fato, depois que essa serpente venenosa introduz suas presas na infeliz alma, o senso é retirado, a memória se desgarra, a clareza da mente é obscurecida. Ele não se lembra mais de Deus, e até se esquece de si mesmo. Essa praga solapa os fundamentos da fé, enfraquece a força da esperança, destrói o laço da caridade; afasta a justiça, subverte a fortaleza, expulsa a temperança, entorpece a perspicácia da prudência.
“E que mais direi, se ela expulsa do coração as virtudes e introduz todos os vícios bárbaros, como se os ferrolhos das portas fossem arrancados”.




Fonte: Blog da Família, Maio de 2011.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Confirmado: a “homofobia” não existe!

Alejandro Ezcurra Naón



No momento que em vários países intenta-se coarctar a legítima rejeição à perversão homossexual mediante a acusação de “homofobia”, convém assinalar que tal acusação não tem o menor sentido. Isto porque —é preciso frisá-lo— a “homofobia” simplesmente não existe: é uma mera palavra-chavão, vazia de qualquer substância, mas de forte impacto emocional. Foi posta em circulação pelo psiquiatra norte-americano George Weinberg em 1966, a pedido de uma denominada Gay Activist Alliance (GAA), sem qualquer base científica demonstrada, e unicamente uma arma semântica para neutralizar os opositores do movimento homosexual[1].

O psicólogo George Weinberg publicou em 1972 o livro Society and the Healthy Homosexual no qual forjou o termo "homofobia"



Em psiquiatria, fobia é uma obsessão sob a forma de temor patológico[2]. Só ocorre em casos extremos e muito específicos: pode haver fobias, por exemplo, contra o que ameaçe a saúde ou a integridade de uma pessoa. Mas seria absurdo qualificar de fóbico a quem, por exemplo, evita normalmente aquilo que prejudica sua saúde ou sua integridade física. E muito menos se pode carimbar de “homofóbicos” —ou seja, de doentes mentais!— a esmagadora maioria de pessoas que, em países como o Brasil, seguindo princípios de razão natural ancorados na Lei moral e admitidos unânimemente durante milênios por todos os povos civilizados, defendem a saúde do organismo social e desejam proteger a família face à presente ofensiva publicitária e legal de poderosos lobbies homosexuais.

Até agora ninguém conseguiu demonstrar a existência de tal patologia, nem poderá fazé-lo. Mais fácil será demonstrar que existe o lobishomen ou a sereia… Em suma, o epíteto só procura neutralizar a reação das grandes maiorias e estigmatizar os que se preocupam deveras pelo porvir da Nação e da família, e pela proteção à população infantil.
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[1] Cfr.The American Society for the Defense of Tradition, Family and Property – TFP, En Defensa de una Ley Superior – Porqué debemos oponernos al pseudo-matrimonio y al movimiento homosexual, Ed.Acción Familia, Santiago de Chile, 2004, pp. 89-90.
[2] Cfr. Honorio Delgado MD, Curso de Psiquiatría, Lima, Imprenta Santa María, 1953, p. 60.
Fonte: Site IPCO, Março de 2011

quarta-feira, 4 de maio de 2011

10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido

Uma caravana do setor estudantil da TFP Americana (TFP Student Action), está percorrendo o litoral leste dos EUA, numa campanha em defesa da família, ameaçada por projeto de lei que visa a instituir o chamado “casamento” homossexual.
Os jovens estão distribuindo um folheto intitulado 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido. Sendo o tema de atualidade também para nosso país, pareceu-nos oportuno apresentar aqui a tradução de seu texto.
10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido
Por TFP Student Action (Ação Estudantil TFP)
1. O “casamento” homossexual não é casamento
Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada por sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.
Os promotores do “casamento” homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.
Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O “casamento” homossexual viola a Lei Natural
Casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.
O preceito mais elementar da lei natural é que “o bem deve ser feito e buscado e o mal deve ser evitado”. Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objetivo ou finalidade de cada um de seus atos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um ato em finalidade do ato.
Qualquer situação que institucionalize a defraudação da finalidade do ato sexual viola a lei natural e a norma objetiva da moralidade.
Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela se aplica da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na Epístola aos Romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todo homem (Rom 2,14-15).
3. O “casamento” homossexual sempre nega à criança ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência de seu pai natural e sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por só um dos genitores, um parente, ou pais adotivos.
A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os “filhos” de “casais” homossexuais. Esses “filhos” serão sempre privados ou de sua mãe natural ou de seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.
O chamado “casamento” homossexual ignora os interesses da criança.
4. O “casamento” homossexual valida e promove o estilo de vida homossexualEm nome da “família”, o “casamento” homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgêneros.
As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.
O reconhecimento legal do “casamento” homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.
5. O “casamento” homossexual transforma um erro moral num Direito Civil
Os ativistas homossexuais afirmam que o “casamento” homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos 1960.
Isso é falso.
Primeiro de tudo, comportamento sexual e raça são realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes em suas características: um pode ser preto, o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.
O “casamento” homossexual se opõe à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.
Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e uma mulher e o “casamento” entre duas pessoas do mesmo sexo.
6. O “casamento” homossexual não cria uma família, mas uma união naturalmente estéril
O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim tem de fazer violência à natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.
Pelo contrário, o “casamento” homossexual é intrinsecamente estéril. Se os “cônjuges” querem ter um “filho”, eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [“mães de aluguel”]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.
Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.
7. O “casamento” homossexual desvirtua a razão pela qual o Estado beneficia o casamentoUma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, por sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afetuosa, e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afeto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.
O “casamento” homossexual não fornece essas condições. Seu desígnio principal, objetivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à proteção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.
8. O “casamento” homossexual impõe a sua aceitação por toda a sociedade
Ao legalizar o “casamento” homossexual, o Estado se torna o seu promotor oficial e ativo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimônia civil, ordena as escolas públicas a ensinarem sua aceitação pelas crianças, e pune qualquer funcionário que manifeste sua desaprovação.
Na esfera privada, pais contrariados vão ver seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova “moralidade”; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar “casais” homossexuais como inquilinos.
Em todas as situações em que o casamento afete a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam suas consciências, coonestando, por silêncio ou ação, um ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O “casamento” homossexual é a vanguarda da revolução sexualNa década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o “casamento” homossexual.
Se o “casamento” homossexual for universalmente aceito como a etapa presente da “liberdade” sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.
A insistência na imposição do “casamento” homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro que o ativista homossexual Paul Varnell escreveu no “Chicago Free Press”:
“O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.”
10. O “casamento” homossexual ofende a Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e se ofende a Deus. O “casamento” homossexual faz exatamente isso. Assim, quem professa amar a Deus deve opor-se a ele.
O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Gênesis: “Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus os abençoou: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gen 1, 27-28).
O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: “No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher” (Mc 10, 6-7).
O Gênesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: “O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo” (Gen 19, 24-25).
Uma posição de princípios, não pessoal
Ao escrever esta declaração, não temos qualquer intenção de difamar ou menosprezar ninguém. Não somos movidos pelo ódio pessoal contra nenhum indivíduo. Ao nos opormos intelectualmente a indivíduos ou organizações que promovem a agenda homossexual, nosso único objetivo é defender o casamento tradicional, a família, e os preciosos restos da civilização cristã.
Como católicos praticantes, estamos cheios de compaixão e rezamos por aqueles que lutam contra a tentação implacável e violenta do pecado homossexual. Rezamos por aqueles que caem no pecado homossexual por causa da fraqueza humana: que Deus os ajude com Sua graça.
Estamos conscientes da enorme diferença entre essas pessoas que lutam com suas fraquezas e se esforçam por superá-las, e outros que transformam seus pecados em motivo de orgulho e tentam impor seu estilo de vida à sociedade como um todo, em flagrante oposição à moralidade cristã tradicional e à lei natural. No entanto, rezamos por eles também.
Rezamos também pelos juízes, legisladores e funcionários do governo que, de uma forma ou de outra, tomam medidas que favorecem a homossexualidade e o “casamento” homossexual. Não julgamos suas intenções, disposições interiores, ou motivações pessoais.
Rejeitamos e condenamos qualquer forma de violência. Simplesmente exercitamos a nossa liberdade de filhos de Deus (Rom 8:21) e nossos direitos constitucionais à liberdade de expressão e à manifestação pública, de forma aberta, sem desculpas ou vergonha da nossa fé católica. Nos opomos a argumentos com argumentos. Aos argumentos a favor da homossexualidade e do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, respondemos com argumentos baseados na reta razão, na lei natural e na Divina Revelação.
Em uma declaração polêmica como esta, é possível que uma ou outra formulação possa parecer excessiva ou irônica. Essa não é a nossa intenção.
Original inglês:
10 Reasons Why Homosexual “Marriage” is Harmful and Must be Opposed
Disponível em
http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.html
Fonte: Site IPCO, Março de 2011.

terça-feira, 3 de maio de 2011

TV: os próprios atores reconhecem o veneno.


Seremos responsáveis pela lama que nossos filhos recebem todo o dia da televisão. Se até os próprios atores reconhecem isso, por que fechamos os olhos?


Márcio Coutinho

Paris, 1968. O mundo parou para ver a revolta de um magote de estudantes da Universidade da Sorbonne que vociferavam: “É proibido proibir”.

Nesse slogan, os rebeldes apontavam para um novo “ideal de vida”, em que todas as sadias barreiras da moral, da disciplina e dos bons costumes estariam eliminadas. Maio de 1968, data da Revolução da Sorbonne foi um marco inicial a partir do qual tem-se proliferado a devassidão por todos os meios possíveis: pela moda, pela arte, por novas doutrinas, etc. E, durante anos, um instrumento foi muito útil para essa corrente ideológica : a televisão.

A TV tornou-se um dos maiores difusores desse “ideal de vida libertário”. E a maneira mais eficaz de forçar a Opinião Pública a seguir suas metas é fazê-la acreditar que “todo o mundo pensa assim”. Ái de quem discordar! Será logo tachado de “retrógrado”. Ir contra esse “ideal de vida” é inadmissível. Mais que proibido proibir, é proibido discordar!

Tal é o mau exemplo que a TV nos passa que até atores de programas televisivos reconhecem. Conforme notícia do site do Yahoo Brasil (11/3/2011), a atriz Carolina Dieckmann declarou que seus filhos “não assistem televisão aberta. Hoje não há motivos para assistirem”. O novelista Walcyr Carrasco disse ter “pena” de Carolina, pois deve “ser horrível trabalhar em um meio que ela não suporta, a ponto de pedir que seus filhos não assistam”. Quem está dentro sabe mais de perto a composição do veneno produzido, e os possíveis efeitos…

Há quem diga que os programas televisivos, as novelas por exemplo, são boas, pois “representam a realidade, e a realidade deve ser vista de frente!” Na verdade, o mundo das novelas não reproduzem a vida real de hoje, mas tenta fabricar a realidade de amanhã, caso as pessoas se deixem influenciar pelas novas modas e idéias sugeridas subrepticiamente pelo programa.

Outra consideração ainda me vem à mente: muita gente não percebe que muitos de seus problemas familiares – a rebeldia de seus filhos, por exemplo, ou a infidelidade conjugal – entram em seus lares por influência da televisão, cujo lema subjacente é o “proibido proibir”.
E o leitor, o que pensa disso? Deixe seu comentário!