A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

sábado, 21 de maio de 2011

A Realeza Inglesa extasia o mundo e golpeia o igualitarismo nas almas


Márcio Coutinho

O casamento de 29 de abril parece mostrar que o mundo
está atrás de alguma válvula de escape, pois está cansado do caos, da
vulgaridade e da feiúra.

O casamento do Príncipe William e da agora Duquesa de Cambridge Catherine Elizabeth, ocorrido em 29 de abril último, foi alvo de inúmeros artigos e comentários. Uns, analisando o fato em si, e as consequências políticas para a Grã-Bretanha. Outros, o aspecto histórico e protocolar. Sem querer tirar a esses e àqueles a importância, debruço-me sobre outro aspecto: o efeito profundo que as núpcias parecem ter causado na opinião pública mundial.

Como noticiaram os jornais, mais de 1 milhão de ingleses esperavam em frente do Palácio de Buckingham o almejado aceno do príncipe e da duquesa. Ao mesmo tempo, o evento era televisionado para Inglaterra e para o mundo, deixando mais de 2 bilhões de telespectadores deslumbrados. (Cfr. Folha UOL 30/04/2011)


Ora, esse deslumbre com o chamado “casamento do século” não parece ser uma simples espontaneidade de alma, decorrente da alegria de cônjuges importantes que todos compartilham. Pelo contrário, o impacto mundial acena para um fenômeno mais consistente: imerso num mundo cada vez mais caótico, onde a
beleza, o bom trato, a pompa, o respeito e o ornato têm cada vez menos lugar, as bodas principescas foram uma verdadeira válvula de escape.

Sobretudo os não britânicos sabiam que o casamento nada acrescentaria à sua vida prática. Mas muitos sentiram no acontecimento uma fuga do feio e do hediondo modernos. Uma fuga para o belo, não mais restrito a contos de fadas, mas representado na vida real.

Convém lembrar que este mundo encantado da realeza é fruto da Civilização Cristã, que ao longo dos séculos destilou as cerimônias, os protocolos, as roupas pomposas e aristocráticas de que pudemos ter ao menos uma idéia no casamento de 29 de abril.

Nos dias em que impera a propaganda do igualitarismo, motivado pela inveja, pela cobiça e pelo individualismo, é difícil conceber tal admiração, sobretudo de 2 bilhões de pessoas… É de se presumir que algo do igualitarismo dentro do homem foi golpeado, ainda que apenas por alguns dias!

Uma questão resulta de tudo isto: será que a opinião pública aos poucos vai se dando conta de que a utopia igualitária – tão apregoada por Marx e seus sucessores – não é o fator da felicidade e da paz social? E que as desigualdades harmônicas, recheadas de bondade, de pompa e esplendor trazem muito mais bem-estar do que a luta de classes?

Foi só eu comentar isso com um conhecido que se diz marxista, e ele me disse: “isso é mais uma forma sutil de repressão. O povo é oprimido pela monarquia e ainda assim gosta…” Eu só respondi: “Mas não foi você que me disse que acordou mais cedo para assistir?”

Ele não respondeu, mudou de assunto. No fundo, no fundo, ele tinha gostado…

Nenhum comentário: