A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

quarta-feira, 23 de março de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!


Nº 3


Por que estudar a Religião? — III


Na edição anterior foram expostas provas da existência de Deus. Na presente, provas de que o universo foi criado por Deus, e não fruto do acaso*


1 — O universo não pôde fazer-se a si mesmo, porque o que não existe não pode agir, e conseqüentemente não pode dar-se a existência. O ser que não existe é nada; e o nada, nada produz.


2 — O universo não é fruto da casualidade, porque a casualidade é uma palavra que o homem inventou para indicar sua ignorância e para explicar os fatos cujas causas desconhece.


Não existe efeito sem causa, nem ordem sem uma inteligência ordenadora. Lançai sobre o solo um montão de letras misturadas. Por ventura podem tais letras produzir um livro, se não há uma inteligência que as ordene? De modo nenhum! Reúnam-se em uma caixa todas as peças de um relógio. Por acaso chegarão a colocar-se por si mesmas no lugar que lhes corresponde, para iniciar o movimento e marcar as horas? Jamais!


3 — O universo não existiu sempre. Assim o reconhecem à uma todas as ciências. A geologia, ou ciência da Terra; a astronomia, ou ciência dos astros; a biologia, ou ciência da vida, etc. — todas sustentam que o mundo teve um princípio. “Nada há eterno sobre a Terra, disse um sábio. E tudo quanto se contém nas entranhas dos astros ou em sua superfície teve princípio e deve ter algum fim”.


4 — Pode-se demonstrar a existência de Deus pelo movimento dos seres criados?


Sim, porque não há movimento sem um motor, quer dizer, sem alguma causa que o produza. Pois bem, tudo quanto existe no mundo obedece a algum movimento que tem que ser produzido por algum motor. E como não é possível que exista realmente uma série infinita de motores, dependentes uns dos outros, é preciso que cheguemos a um motor primeiro, eterno e necessário, causa primeira do movimento de todos os demais. A esse motor primeiro chamamos Deus. [...]


5 — Podemos deduzir a existência de Deus mediante a contemplação dos seres vivos?


Sim, a razão, a ciência e a experiência nos obrigam a admitir um Criador de todos os seres vivos disseminados sobre a Terra. E como esse Criador não pode ser senão Deus, segue-se que da existência dos seres vivos podemos concluir a existência de Deus.


As ciências físicas e naturais nos ensinam que em um determinado tempo não havia nenhum ser vivo sobre a Terra. De onde provém, então, a vida que agora existe nela — a vida das plantas, a vida dos animais, a vida do homem?


A razão nos mostra que nem a vida intelectiva do homem, nem a vida sensitiva dos animais, nem sequer a vida vegetativa das plantas podem ter brotado da matéria. Razão? Porque ninguém dá o que não tem. E como a matéria carece de vida, tampouco pôde dá-la. A ciência verdadeira estabelece que nunca nasce um ser vivo se não existe um gérmen vital, semente, ovo proveniente de outro ser vivo da mesma espécie.


E qual é a origem do primeiro ser vivo em cada uma das espécies? Remontemos de geração em geração, e sempre chegaremos a um primeiro criador de todos os seres vivos, causa primeira de todas as coisas, que é Deus.


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* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire, Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 7 e 8.


Fonte: Revista Catolicismo, março de 2009, Leitura Espiritual

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