A 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto,
no Rio de Janeiro, ocorreu no dia 5 p.p., contando com aproximadamente 2
mil participantes. Iniciada na praça em frente à igreja da Candelária,
encerrou-se no Largo da Carioca. Ocasião em que personalidades civis e
religiosas, como Dom Orani Tempesta, incentivaram os presentes à luta
contra a legalização do aborto no Brasil.
Com seus estandartes e sua fanfarra, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira
participou da manifestação anti-aborto portando num andor uma bela
imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os cooperadores do Instituto levaram
também um grande faixa com os dizeres: “A força dos maus está na fraqueza dos bons” — Lutar contra o aborto sem hesitação: Eis a chave da Vitória!”
O evento teve como objetivo fazer na capital fluminense uma
manifestação contra o aborto, em defesa do nascituro — agora
especialmente ameaçado pela recente aprovação, pelo governo Dilma
Rousseff, de uma lei que favorece ainda mais prática abortiva.
Fonte: IPCO
A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Participe da 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil Sem Aborto, no Rio de Janeiro
Será realizada no próximo dia 5 de Outubro, no centro da
cidade do Rio de Janeiro, a 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um
Brasil sem Aborto, contra a “Cultura da Morte”, em defesa da vida,
desde a fecundação até a morte natural.
O evento começará às 9hs em frente da Igreja da Candelária e
seguirá para a praça da Cinelândia para um ato Público.
Contamos com a participação de todos, bem como de seus familiares e amigos.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Abaixo assinado recorde de 38.000 estonianos derruba “casamento” homossexual
A Fundação Estoniana pela
Defesa da Família e da Tradição coletou o maior abaixo assinado da história
do país, recolhendo 38.000 assinaturas contra o “casamento” homossexual que
alguns deputados tentam passar no Parlamento.
A Fundação fez chegar um convite nesse sentido aos 580.000 lares existentes na Estônia, tendo recebido a adesão de 6,5% da população do pequeno país.
Slawomir Olejniczak, porta-voz da Fundação, declarou à agência LifeSiteNews que a petição atingiu essa adesão recorde malgrado o silencio massivo da imprensa oficial do país.
A Fundação fez chegar um convite nesse sentido aos 580.000 lares existentes na Estônia, tendo recebido a adesão de 6,5% da população do pequeno país.
Slawomir Olejniczak, porta-voz da Fundação, declarou à agência LifeSiteNews que a petição atingiu essa adesão recorde malgrado o silencio massivo da imprensa oficial do país.
“A Rádio
Nacional (ERR) boicotou completamente nossa petição – e eu digo totalmente –,
só concedendo pequenos espaços em artigos redigidos em seu site em inglês
destinado aos estrangeiros”, disse Olejniczak.
Pela lei atual, “as duplas do mesmo sexo não têm direito a casar. A situação não vai mudar muito antes das próximas eleições parlamentares em 2015, porque os dois partidos da coalizão de governo não estão de acordo sobre os direitos dos homossexuais”.
A ERR informou que um estudo da Turu-uuringute AS apontou que 60% dos estonianos se opõem ao “casamento” homossexual.
O abaixo assinado foi recebido oficialmente pelas autoridades do Parlamento estoniano, na capital do país, Tallinn
A Estônia foi escravizada pela URSS e, após décadas de domínio soviético, herdou uma situação moral e socialmente caótica, disse Varro.
Varro Vooglaid, que é professor de Direito, informou que após esse imenso abaixo assinado – grande para as dimensões do país – o projeto de “casamento” homossexual foi retirado do Parlamento.
Ele explicou que esta não é uma questão de Direitos Humanos. Na Estônia, explicou o líder pela vida, “ninguém tem o direito de pedir a redefinição da instituição da família e da instituição do casamento, da mesma maneira que não pode pedir o reconhecimento legal para estilos de vida perversos”.
As ONGs e o movimento LGBT possuíam milionárias verbas obtidas na Europa Ocidental para atropelarem as crenças e os estilos de vida dos estonianos.
As embaixadas dos EUA, Canadá, Grã-Bretanha e Áustria, por exemplo, hastearam bandeiras com o arco íris em Tallinn, capital do país, enquanto o projeto da agenda homossexual estava sendo introduzido no Parlamento.
Para Varro, a ofensiva da agenda homossexual mostra que esse movimento age com métodos não democráticos de “ocupação ideológica”.
“Isto é
algo que não provém da nossa cultura, de nosso povo. É algo que nos está sendo
imposto, não nos deixando sequer a possibilidade de dizer o que nós pensamos” –
acrescentou.
“Isto não é tolerância. E se a tolerância fosse esse modo de proceder, então nós deveríamos ficar contentes sendo intolerantes” – concluiu.
“Isto não é tolerância. E se a tolerância fosse esse modo de proceder, então nós deveríamos ficar contentes sendo intolerantes” – concluiu.
Fonte: Valores inegociáveis, julho de 2013.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Um sinal dos tempos: a balbúrdia dos sexos
Leo Daniele
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| Shulamith Firestone |
Se o leitor espera, neste tópico, um requisitório
contra o homossexualismo – muito merecido aliás – prepare-se para encontrar
algo que desce ainda mais abaixo.
Vai encontrar logo de início certo “pirão” dos
sexos, no sentido de que o homem seja menos, ou nada masculino, e a mulher,
menos, ou nada feminina. Mas este ainda é o princípio da conversa.
Mais radical, a feminista Shulamith Firestone
assim se exprime:
“Assim como a meta final da revolução socialista
era não só acabar com o privilégio próprio da classe econômica, mas também com
a própria distinção entre as classes econômicas, a meta definitiva da revolução
feminista deve ser igualmente – diversamente do primeiro movimento feminista –
não simplesmente acabar com o privilégio masculino, mas com
a própria distinção de sexos: as diferenças genitais entre os seres
humanos já não importariam culturalmente”[1].
É claro que para essa nova onda revolucionária a
realidade da natureza incomoda, estorva, e portanto deve desaparecer. Mas como
se arranjam os caudatários dessa corrente, para obliterar diferença tão óbvia?
Veja esta tentativa: O ser humano nasce sexualmente neutro e, a seguir, a
influência social faz dele homem ou mulher!
Os seguidores desta corrente percebem que a
natureza pediria outra coisa. Mas isto não os inibe: é preciso ir contra a
natureza! “O ‘natural’ não é necessariamente um valor ‘humano’. A
humanidade já começou a ultrapassar a natureza; já não podemos justificar a
continuação de um sistema discriminatório de classes por sexos tomando como
base suas origens na Natureza”[2].
Portanto – comenta Dale O’Leary – os que
tratam as mulheres com respeito estão tão errados quanto os que as desrespeitam.
As duas atitudes marcam a existência de uma diferença. Essa diferença, embora
seja natural, deve ser anulada ou ignorada. Ora, respeito é, justamente, o
reconhecimento da existência de algo desigual ou diverso. Dentro de um “pirão”
não há, nem pode haver, respeito.
É uma tática pós-moderna fragmentar/para fundir. A
fim de fundir os dois sexos em um só pirão, essa nova corrente os fragmenta em
cinco:
“Rebecca J. Cook, docente de Direito na
Universidade de Toronto e redatora da contribuição oficial da ONU na IV
Conferência das Nações Unidas, realizada em Pequim em 1995, afirma que “os
sexos já não são dois, mas cinco”, e portanto não se deveria falar de
homem e mulher, mas de “mulheres heterossexuais, mulheres homossexuais,
homens heterossexuais, homens homossexuais e bissexuais”. Assim, as
diferenças quase desaparecem.
Essa catadupa de aberrações ainda não é aceita pela
sociedade, mas indica o caminho do futuro. Ela leva necessariamente a novas
aberrações, e o leitor talvez já adivinhe em que direção estas vão: a tentativa
de desvincular o sexo da procriação. Só assim se estabeleceria uma
verdadeira igualdade entre homem e mulher:
“A igualdade feminista radical significa não
simplesmente igualdade diante da lei, nem mesmo satisfação de necessidades
básicas, mas antes que as mulheres – tal como os homens – não tenham que dar
à luz”[3].
Quando se conseguir isto, ocorrerá “a destruição
da família biológica” e surgirão “mulheres e homens novos, diferentes
dos que existiram anteriormente”[4].
Para a instituição internacional anti-vida “Catholics
(sic) for a Free Choice”[5], a destruição da família será fato extremamente
alvissareiro.
As “feministas de gênero” consideram que, quando a
mulher cuida de seus filhos no lar e o esposo trabalha fora de casa, as
responsabilidades são diferentes, e portanto não igualitárias. Veem esta ‘desigualdade’
no lar como causa de ‘desigualdade’ na vida pública, já que a mulher, cujo
interesse primário é o lar, nem sempre tem tempo e energia para dedicar-se à
vida pública.
Vê-se que, para os propulsores do “gênero”, as
responsabilidades da mulher na família são supostamente inimigas da realização
da mulher. Como fazer para resolver de vez este problema? Com novas
técnicas reprodutivas:
“Em sociedades mais imaginativas, a reprodução
biológica poderia assegurar-se com outras técnicas”[6]. Cada qual pode imaginar
algum novo tipo de fertilização “in vitro” ou de clonagem, feita por uma
repartição competente.
Os futurólogos têm-se debruçado com especial
empenho sobre esse assunto. Assim, Antônio Polito escreve, sobre o Século XXI:
“Deve-se esperar, sobretudo, a separação
definitiva entre sexo e procriação, isto é, a mais extraordinária mudança na
história da evolução humana. Carl Djerassi, um dos pais da “pílula”, prevê que
a indústria farmacêutica concluirá o estudo do controle da natalidade e preocupar-se-á
de encontrar meios de aumentá-la, sobretudo nos países desenvolvidos.[7]
Além de tudo isto, que não é pouco, fala-se cada
vez mais em sexo com animais.
Tudo neste tópico remete para uma pergunta: pode o
relógio funcionar contra as regras que lhe pôs o relojoeiro? Ou a criatura
proceder contra as normas estabelecidas por seu Criador?[8]
Nosso Senhor recomendava que se prestasse atenção
aos “sinais dos tempos”. O certo é que dificilmente poder-se-ia imaginar
algo de mais radicalmente igualitário do que essa tendência de igualar os
sexos, em sentido tão literal e tão ao arrepio da própria natureza.
[1] Shulamith Firestone, The Dialectic of Sex, Bantam
Books, New York, 1970, p. 12, grifos nossos,
.[2] Shulamith Firestone, ibid. grifos nossos .
[3] Alison Jagger, Political Philosophies of Women’s Liberation,
Feminism and Philosophy, Littlefield, Adams & Co., Totowa, New
Jersey, 1977, p. 14.
[4] ibid.
[5]
Católicas pelo direito de escolher.
[6] Heidi Harmann, The Unhappy Marriage of Marxism and Feminism,
Women and Revolution, South End Press, Boston, 1981, p. 16.
[7] “La
Repubblica”, sexta-feira, 5 de novembro de 1999.
[8]
Muitos dados deste tópico foram extraídos de um documentadíssimo relatório da
Conferência Episcopal Peruana, intitulado “La ideología de género, sus
peligros y alcances”[8].
Fonte: IPCO,
setembro de 2013.
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