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Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Condenação de agenda que se opõe à moral católica


Marcelo Dufaur

Lamentando o fato de que, a pretexto de “direitos humanos”, tenta-se impor à África uma agenda de morte, a Conferência Episcopal da República dos Camarõespublicou expressivo documento. O teor da declaração dispensa comentários. É um estímulo para todos os católicos, eclesiásticos e leigos na defesa da sã doutrina e, ao mesmo tempo, um corajoso exemplo de integridade e firmeza doutrinária católica em prol de valores tão atacados pela Cristofobia.
Intitulado “Declaração dos bispos da República dos Camarões sobre o aborto, o homossexualismo, o incesto e o abuso sexual contra menores”, o documento foi divulgado em diversos sites de Internet daquele país ? http://www.cameroon-info.net/stories/0,41326,@,m-urs-les-eveques-disent-non-a-l-homosexualite-declaration-des-eveques-du-camero.html ? mas quase não teve eco na imprensa de Ocidente, excetuados alguns poucos corajosos blogs.
   
Mons. Joseph Atanga, Presidente da Conferência Episcopal de Camarões, Arcerbispo de Bertoua

Em primeiro lugar, face ao aborto provocado, os bispos defendem que “a vida humana é sagrada e inviolável desde a sua concepção até a morte natural. Matar um embrião é matar uma pessoa e destruir uma vida. Abortar ou fazer abortar são crimes como o homicídio direto e voluntário. São pecados graves punidos com excomunhão, cuja absolvição está reservada ao Papa, ao bispo diocesano ou aos padres autorizados”.
Em segundo lugar, sobre o homossexualismo, afirmam que “a ideologia do gênero se opõe à concepção clássica das noções de família, gênero e procriação”.
E proclamam: “Nós, bispos de Camarões, declaramos unanimemente o seguinte:
“O homossexualismo é uma violação flagrante da herança de nossos antepassados e opõe a humanidade contra si mesma e a destrói.
“Os atos praticados no contexto da homossexualidade não são ‘sexuais’, mas ‘relações contra a natureza’ (Rm 1,26).
“A união homossexual não é casamento: ela falseia o sentido do casamento reduzindo-o a um liame estéril, hedonista e perverso, ‘a infâmia entre homem e homem’(Rm 1, 26).
“Toda criança, rapaz ou moça tem o direito de viver sua identidade ligada a uma mãe e a um pai.
“De fato, o homossexualismo não é um direito do homem, mas uma alienação que danifica gravemente a humanidade, ‘é uma abominação’(Lev. 18, 22).
“Recusá-lo nada tem de discriminatório, mas é uma legítima proteção dos valores constantes e milenares da humanidade diante dos vícios contra a natureza, pois o direito à diferença só se justifica quando estiver fundado sobre valores humanos.
“Nós, bispos da República dos Camarões, reiteramos nossa desaprovação à homossexualidade e às uniões homossexuais. Exortamos, para este efeito, todos os crentes e todas as pessoas de boa vontade a recusarem a homossexualidade e o pseudo-casamento homossexual, e a acompanhar, entretanto, na oração, no acompanhamento espiritual e na compaixão, visando à sua conversão, aqueles que são propensos à homossexualidade e os homossexuais”.
Em quarto lugar, em matéria de incesto, os bispos camaroneses afirmam:
“Nós condenamos energicamente essa espantosa abominação que destrói o tecido familiar, conspurca seus autores (cf. 1Co 5,ss), atrai a maldição sobre as pessoas incestuosas (Dt 27,20) e pode provocar desgraças que vão até a morte dos culpados, se eles não se arrependerem (cf. Lv 20, 11)”.
Por fim, sobre a pedofilia afirma:
“Nós, bispos da República dos Camarões, condenamos unanimemente os abusos contra menores sob todas as suas formas”.
O documento é assinado, em nome dos bispos do país, por Dom Joseph Atanga, presidente da Conferência Episcopal e Arcebispo de Bertoua.
Fonte: Catolicismo, abril de 2013

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