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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Protesto Contra PLC 122 – Lei da Mordaça – reaja agora


Os senadores devem votar ainda esta semana (próxima quarta-feira 18/12), o PLC 122, a "lei de homofobia". Conseguimos, juntamente com diversos grupos presentes no senado, adiar duas vezes a votação, nas últimas três semanas.

Como você provavelmente se lembra, o PLC 122, se aprovado, instalará no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa. Um reitor de seminário que se recusar a receber um candidato homossexual poderá pegar de 2 a 5 anos de cadeia! Uma mãe que despedir uma babá ao descobrir que esta é lésbica, 2 a 5 anos! Um diretor de colégio particular que não aceite contratar um candidato que professe abertamente a agenda homossexual, 2 a 5 anos!

Ora, para que serve esta lei? A legislação atual já proteje o cidadão, tenha ele a condição que for. Fazer dos homossexuais indivíduos privilegiados pelo fato de terem seguido este vício é, além de absurdo em si mesmo, diretamente contrário à Lei de Deus, e o O ofende gravemente.

Por esta razão é que lhe escrevo hoje. Isto é, para pedir que faça também sua parte para defender a lei natural e a lei de Deus. Clique aqui e mande agora mesmo seu email aos Senadores, pedindo que não aprovem, e que arquivem, a chamada "lei da homofobia".


Em menos de 2 minutos você pode fazer sua parte. Clique aqui e mande já sua mensagem.




Assista ao vídeo abaixo e veja como o Brasil pode se tornar uma ditadura homossexual caso essa lei seja aprovada.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Por que Nossa Senhora Chora?


Na Europa... e no Brasil
 
liberdade de expressão se reduz cada vez mais para os cristãos na Europa”— adverte o conceituado professor e historiador italiano Roberto de Mattei, em seu boletim “Correspondance Européenne”, de fevereiro/2013.
A onda cristianofóbica deixa cada vez mais livre o caminho para a blasfêmia e dificulta a reação dos que professam os princípios cristãos de se pronunciar contra o aborto, a eutanásia e o homossexualismo.

 

Trata-se de uma tentativa brutal da parte dos dirigentes da União Europeia de subverter as leis e os costumes até aqui vigentes em nações cuja formação histórica e moral, bem como os princípios norteadores são devidos à ação e ao influxo seculares da Santa Igreja Católica.
 
Explica o citado professor: “A imposição da união contra a natureza entre pessoas do mesmo sexo, a introdução do delito de homofobia, que proíbe toda forma de defesa da família natural, a tentativa de reprimir juridicamente a objeção de consciência àqueles que se recusam a cooperar com homicídios como o aborto e a eutanásia, a promoção da blasfêmia na publicidade, nos filmes e peças teatrais são formas de ódio e de intolerância em face dos princípios e das instituições cristãs, obras da ditadura do relativismo contemporâneo.”
 
* * *
 
Infelizmente, a situação não se afigura menos sombria no Brasil. Se ainda não sofremos a pressão ateia — sob capa de laicismo — de uma União Europeia, entretanto temos partidos políticos e organizações sociais que forçam de todos os modos, com penalidades acachapantes para quem não seguir, a adoção de leis anticristãs.
Ainda recentemente houve manifestações muito assanhadas contra um deputado eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. Motivo? O fato de o mesmo se manifestar contrário ao “casamento” entre homossexuais. E paira sobre as cabeças de todos os brasileiros a ameaça de aprovação de um projeto de Código Penal cristianofóbico até sua medula.
 

 

 Homossexuais fantasiados de eclesiáticos e religiosas católicos
Não podemos nos omitir, escudados no fato de que são minorias que pensam assim e se entregam a essas pressões. Na História da humanidade foram sempre minorias bem organizadas que se assenhorearam do poder e impuseram suas leis a uma maioria acomodada e inerte, ora pela força, ora pela pressão. Basta lembrar o caso paradigmático da Revolução Francesa de 1789.
 
Nossa Senhora chora não somente por presenciar os assaltos da impiedade, mas também por ver a inércia daqueles que deveriam opor-se, denunciar, bradar, lutar... e não o fazem.
 
“Tudo isto não pode ser tolerado. Os cristãos não permanecerão inertes”— conclui o Prof. de Mattei.
 
Se quisermos verdadeiramente consolar Nossa Senhora — tanto em suas dores não exteriorizadas quanto em suas diversas manifestações de pranto — não basta nos entregarmos a arroubos sentimentais, perfeitamente infecundos. É preciso lutar.
 
Fonte : Catolicismo, Abril de 2013.