A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!

Nº4

Por que estudar a Religião? — IV

Após as provas de que o universo foi criado por Deus, publicadas na edição anterior, o autor(*) passa a tratar da criação do homem, composto de corpo e alma


O homem é uma criatura racional, o que o distingue essencialmente do animal e de todas as outras criaturas do mundo visível

O homem é uma criatura racional composta de corpo e alma. Ele é uma criatura, quer dizer, um ser criado, que vem do nada pelo poder de Deus. É uma criatura racional, ou seja, inteligente, capaz de discernir o bem do mal, o verdadeiro do falso, o justo do injusto. Essa é a razão que distingue eminentemente o homem do

animal e de todas as outras criaturas do mundo visível.

O homem se compõe de um corpo e de uma alma. O corpo é esse envoltório exterior, essa substância material que vemos, que tocamos. Ele se compõe de diversas partes: são nossos membros e nossos diversos órgãos. A alma é essa substância invisível que vive, sente, pensa, julga, raciocina, obra livremente e dá ao corpo o movimento e a vida, completando-o para a formação do ser humano completo.

A união da alma com o corpo constitui o homem, e o faz um ser intermediário entre os anjos, que são puros espíritos, e as criaturas sem inteligência ou sem vida, que são matéria.

Assim, pois, o corpo e a alma são duas substâncias distintas, e sua união íntima, substancial, pessoal, constitui o homem.

É certo que temos alma, pois há algo em nós que vive e imprime o movimento a nossos membros; algo que sente, que conhece, que pensa, raciocina e obra livremente. Mas como o corpo por si mesmo é inerte, sem vida, sem sentimento, sem inteligência e sem vontade, um cadáver, devemos concluir que há em nós algo diferente do corpo, e esse algo é a alma.

Portanto, o mais nobre dos seres vivos deste mundo sensível é o homem. Ele possui a vida vegetativa: como as plantas, se nutre, cresce, morre. Possui a vida sensitiva: como os animais, sente, move-se de um lugar para outro, sobrevive em seus filhos e escolhe o que lhe convém. Mas, ademais, possui a vida intelectiva, que estabelece uma distância quase infinita entre o homem e os seres inferiores.

Como se prova que nossa alma é um espírito?

Prova-se que a alma do homem é um espírito por seus atos, como se prova a existência de Deus por suas obras. É um princípio evidente que as operações de um ser são sempre conformes com sua natureza: conhece-se o operário por suas obras. Nossa alma produz atos espirituais, como os pensamentos, os juízos, as volições. Logo, nossa alma é espiritual.

A alma do homem jamais deixará de existir. Tudo o prova de uma maneira evidente:

1 – A natureza do homem;

2 – Suas aspirações e desejos;

3 – As perfeições de Deus;

4 – A crença de todos os povos;

5 – As conseqüências funestas que resultariam da negação desta verdade fundamental.

Os desejos e aspirações da alma provam que ela é imortal?

Sim. O desejo natural e irresistível que temos de uma felicidade perfeita e de uma vida sem fim prova a imortalidade da alma; porque este desejo não pode ser satisfeito na vida presente, e portanto deve ser satisfeito na vida futura. Se não, Deus, autor de nossa natureza, ter-nos-ia enganado,dando-nos aspirações e desejos sempre defraudados, nunca satisfeitos, o que não pode ser. Se o desejo da felicidade não devesse ser satisfeito, Deus não o teria posto em nós.

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* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire, Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 41 e ss.

Fonte: Revista Catolicismo, maio de 2009, Leitura Espiritual

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