A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

Vamos lutar pela Vida desde a fecundação até a morte natural!

Não se esqueça! A força do Mal está na fraqueza do Bem! Então vamos defender o Direito à VIDA desde a fecundação(nascituro) até a morte natural! Meus caros eleitores paulista precisamos de 300 mil assinaturas, para que estas petições sejam levadas ao Poder Público do Estado de São Paulo para que se assegure o Direito à Vida. Acesse e assine a petição: www.saopaulopelavida.com.br agora mesmo! Hoje o Estado de São Paulo! Amanhã o Brasil! Por que não depois de amanhã o mundo!?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A Fé explicada. Quem ama, conhece! E quem conhece, ama!

Nº 9

Por que estudar a Religião? - IX
 O que é propriamente “Religião”? –– foi o tema abordado na edição anterior; nesta o autor* explica que só pode haver uma única religião verdadeira

Assim como não há mais que um só Deus, não há mais que uma só verdadeira maneira de honrá-lo; e esta religião obriga a todos os homens que a conhecem.

          Não pode existir mais que uma só religião verdadeira, pois a religião é o conjunto de nossos deveres para com Deus, e estes deveres são os mesmos para todos os homens. Em verdade, estes deveres nascem das relações existentes entre a natureza de Deus e a natureza do homem. Mas, como a natureza de Deus é uma, e a natureza humana é a mesma em todos os homens, é evidente que os deveres têm que ser os mesmos para todos. Por conseguinte, a verdadeira religião é una, e não pode ser múltipla. As formas sensíveis do culto podem variar; a essência do culto, não.
        
A religião natural

         O homem, por meio da inteligência que recebeu, chega a convencer-se com certeza de que Deus é seu criador, seu Benfeitor e seu Senhor. Deste conhecimento, que se faz patente à razão do homem, resulta para ele o dever de praticar uma religião.

          A religião assim estabelecida pelo fato da criação do homem se chama religião natural, porque resulta das relações necessárias do homem com Deus. Pode-se dizer que Deus é o autor dessa religião, porque Ele é o autor da razão e da vontade do homem, nas quais têm sua fonte os princípios e sentimentos religiosos. Assim, a religião existe por direito natural, e sua falta é ao mesmo tempo um crime contra a natureza e uma rebelião contra Deus.

 

A religião revelada

         Deus ama tanto o homem, sua criatura privilegiada, que desejou estabelecer com ele relações mais íntimas, sobrenaturais e divinas, chamá-lo a um fim sobrenatural, que não é outra coisa senão a visão intuitiva do mesmo Deus no Céu. Esta religião sobrenatural é a Religião católica.

          Todos os homens estão obrigados a aceitar a religião revelada, a crer em seus dogmas, a cumprir seus preceitos e a praticar seu culto.

          Podemos conhecer a religião revelada por Deus mediante sinais certos e infalíveis, e os principais dentre eles são os milagres e as profecias.

          O milagre é um fato sensível que suspende as leis ordinárias da natureza, supera sua força e só pode ser produzido por uma intervenção especial de Deus, como a ressurreição de um morto, a cura de um cego de nascença.

          A profecia é a predição certa de um acontecimento futuro, cujo conhecimento não

pode deduzir-se das causas naturais. Tais são, por exemplo, o nascimento de um homem determinado, e os atos deste homem, anunciados muitos séculos antes.

          Mas o que o racionalismo rechaça na religião revelada são os mistérios. Esta palavra serve de arma para combater a revelação, e ao mesmo tempo de pretexto para não admiti-la. Afirma que a fé nos mistérios não é racional.

          Os mistérios da religião são verdades ocultas em Deus, que a razão humana não pode conhecer se Ele não as revela; e que, mesmo reveladas, o homem não as pode compreender. Tais são os mistérios da Santíssima Trindade, da Encarnação, da Eucaristia.

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* Tradução de trechos do livro La Religión Demostrada, do Padre P.A. Hillaire, Editorial Difusión, Buenos Aires, 8ª edição, 1956, pp. 121 e ss.

Fonte: Revista Catolicismo, fevereiro de 2010, Leitura Espiritual

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