A juventude não foi feita para o prazer, mas sim para o heroísmo!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Não ao Aborto de Anencéfalos!


Este foi o brado conclamado em Itu, SP, no dia 17 de outubro, as 19h30min, contando com a presença de quase 170 participantes de 19 cidades paulistas, na palestra sobre o tema: Os anencéfalos devem ser mortos?


A Palestra no Espaço Fabrica São Luiz, uma coalizão de associações anti-abortistas, contou com o painel de lançamento da Associação Cultural Brasil Pela Vida, e outra associações como, Nascer é um Direito, Ação Jovem Pela Terra de Santa Cruz e outras.

O convite a palestra foi televisionado pela TVConvenção, publicado por Jornais Locais, como Jornal Periscópio, Folha da Cidade e outros, e enviado a autoridade locais religiosa, militares e políticas.


A Palestra contra o aborto de anencéfalos foi proferida pelo Dr. Rodrigo R. Pedroso da OAB – SP que tratou dos aspectos jurídicos da ADPF 54 que despenaliza o aborto de anencéfalos, que está para ser julgada no Supremo Tribunal Federal e...



...pelo Dr. José Haddad Jr, que é presidente da Brasil Pela Vida que ressaltou os aspectos médicos que envolvem o aborto de anencéfalos.






Contou-se com a presença de médicos sendo um deles vereador reeleito, advogados, universitários tanto da área medica como Jurídica, secretários da Prefeitura, representantes militares e outros.

Também esteve presente a menina Letícia Kokumai Pereira, 4 anos, portadora de hidrocefalia, filha de Da. Tatiana, levada ao evento pela sua avó Da. Gina Kokumai e que no final do evento, "roubou a cena".

Todos queriam e vê-la, estar com ela, fotografá-la.Mal sabia Letícia que se for aprovada a despenalização do aborto para anencéfalos, certamente as crianças, como ela, portadoras de hidrocefalia serão as próximas condenadas à morte.





Da. Luciana Franco mãe de Mariana Franco, portadora de anencefalia e que viveu 2 anos e 4 meses, e sua mãe também estiveram presentes.

No final, os presentes foram convidados a enviar o "Manifesto de Itu" advertindo os parlamentares, participantes da Frente Parlamentar pela Vida, no qual pediam para que o Congresso Nacional seja advertido do risco da aprovação do aborto de anencéfalos por vias judiciais, e a denúncia de que o Supremo estaria exercendo o papel que é específico do Parlamento.


Se o STF vier despenalizar o aborto a anencéfalos, estaremos abrindo mais uma porta para a legalização do aborto no Brasil, desta vez por vias Jurídicas. Rezemos a Nossa Senhora Aparecida que impeça este conluio abortista, no qual não mede esforço para conseguir seu objetivo e que ilumine e unifique aquele que querem defender o Direito a Vida, porque todos têm o Direito a Vida, mesmo que possa vir a morre em seguida.


Para aqueles que não puderam estar presentes ao ato, a Associação Brasil pela Vida colocou em seu site um sistema de envio de mensagens que V. poderá enviar o mesmo manifesto para os deputados e senadores da Frente Parlamentar pela Vida. Para participar da campanha clique aqui.

http://brasilpelavidaindice.blogspot.com/


Para ver as fotografias do evento favor clicar no link abaixo:
http://wakisan.fotos.uol.com.br/album6/slide.html


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Palestra: Os anencéfalos devem ser mortos?

A Ação Jovem Pela Terra de Santa Cruz, esta apoiando a Associação Cultural Brasil Pela Vida, que ira promover uma palestra contra o aborto de anencéfalos. Veja o convite a baixo:


Nos próximos meses, o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá decidir se os bebês não nascidos, portadores de anencefalia, devem ser mortos e abortados, para evitar sofrimento às mães.

Você concorda? Você não concorda? Ainda não tem opinião formada a respeito?
Pois bem, Dr. Rodrigo R. Pedroso da OAB – SP, tratará dos
aspectos jurídicos e Dr. José Haddad Jr., médico e Presidente da Associação Brasil pela Vida, tratará dos aspectos médicos, que mostram o absurdo do aborto de anencéfalos.

Não perca esta oportunidade! Participe você também, do painel de lançamento da Associação Brasil pela Vida, em Itu, no próximo dia 17 de outubro, no salão nobre do complexo cultural e turístico da Fábrica São Luiz, às 19:30 h.

Contamos com a sua valiosa participação. Por favor, confirme sua presença pelo site www.brasilpelavida.org.

Fábrica São Luiz, Rua Paula Souza, 492 – centro – Itu – SP.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O cavaleiro medieval

Plinio Corrêa de Oliveira


Na Idade Média, os conceitos de cavalaria e de nobreza em certo sentido se confundiam. Assim, nem sempre o cavaleiro era nobre, mas muitos deles participavam dessa condição; nem todos os nobres eram cavaleiros, embora muitos o fossem.


Que característica do cavaleiro medieval o tornou célebre na História?
O traço marcante foi a Fé.


Daí a coragem que o cavaleiro revelava nas mais terríveis das lutas, as cruzadas, visando libertar o Santo Sepulcro de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tais empreendimentos almejavam esse objetivo no Oriente, e, na Península Ibérica, aspiravam livrar, do jugo maometano, as populações espanhola e portuguesa.


A grande capacidade de combate desse guerreiro era explicável: tratava-se de defender a Religião, ao que ele se entregava inteiramente, arriscando mesmo a própria vida.
Tal característica existiu no cavaleiro medieval em harmonia com outras notas, aparentemente contraditórias.


O cavaleiro era homem de Fé. Contudo, dotado também de espírito prático, chegou a edificar grandes fortificações, esplêndidos castelos e, em alguns casos, imponentes catedrais, levando mais longe do que ninguém a arte de construir maravilhas.


Ele, corajoso na luta, requintou, pouco a pouco, as regras de boa educação e do convívio amável.
Altivo perante seus iguais, mas benevolente no trato com o sexo frágil, os velhos, os doentes e os feridos na guerra. Então, parecia ele, por assim dizer, feito de açúcar. Entretanto, era só o inimigo ousar qualquer coisa contra os interesses da Igreja que aquele homem tão doce transformava-se num leão.


Ele, um batalhador, não obstante favoreceu enormemente a cultura, revelando-se um propulsor das artes e elevando o tom de vida a um nível menos rústico do que o vigente no início da Idade Média. Donde se explicam os bonitos móveis, as belas alfaias, a gastronomia refinada, os vinhos excelentes e os sinos harmoniosos surgidos naquela época histórica. Foram traços estes que o cavaleiro, antes tão rude, paulatinamente imprimiu na vida de então, tornando-a cheia de afabilidade e beleza. Em suma, colaborando para ser implantada a civilização católica.
Esse era o perfil do cavaleiro medieval.


Excertos tirados de comentários do Prof. Plinio Corrêa de Oliveirapara cooperadores da TFP em 18 de dezembro de 1992.Sem revisão do autor.

Fonte: Rev. Catolicismo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

A virgindade: uma dedicação, um perfume de grandeza

Plinio Corrêa de Oliveira



Da virgindade não há louvor que não se possa fazer. Ela é por excelência uma dedicação, porque o homem inteiramente casto renuncia às comodidades e aos atrativos da vida de família para servir um ideal mais alto. Um ideal que não lhe dá recompensa na Terra, mas oferece recompensas no Céu. Auge da dedicação voltada propriamente para Deus, a castidade perfeita só tem sentido quando o homem resolveu viver para um ideal superior ao próprio ideal de família. Trata-se de ideal católico, evidentemente, pois nenhum outro ideal pode ser considerado autêntico e verdadeiro. A virgindade é então uma dedicação.
A virgindade é uma grandeza? É a grandeza por excelência.
Consideramos um rei santo. Rei puríssimo, São Luís IX tinha a missão de perpetuar a dinastia francesa. Ele casou-se, teve filhos e guardou plenamente a fidelidade conjugal. É uma maravilha.
Entretanto, quando ouvimos falar do Infante Dom Sebastião, o rei casto, puro, virginal, imolado numa batalha contra os mouros nas vastidões de Alcácer-Quibir, sentimos exalar-se um conjunto de ideais e grandezas, que adquire seu melhor fulgor no fato de Dom Sebastião ser virginalmente casto. Resplandece nele aquela auréola da castidade perfeita, não a respeitável castidade do matrimônio, mas a castidade da inteira abstenção de qualquer contato carnal. Um varão régio e virginal, sob uma couraça rutilante, polida e luzidia, brilhando ao sol da ≡frica, com uma lança na mão e uma coroa de Rei Fidelíssimo na fronte.
O trono da França era mais elevado que o trono de Portugal. São Luís foi um santo autêntico, canonizado pela Igreja. A Igreja não canonizou o rei Dom Sebastião, e talvez até houvesse certa temeridade em suas ousadias guerreiras, razão para não canonizá-lo. Entretanto, a figura dele é cercada de uma auréola, de uma poesia, de um perfume típico de grandeza que nem o grande rei São Luís nem o grande rei São Fernando de Castela tiveram. Nem mesmo o grande Carlos Magno o teve. É a aliança entre a majestade régia e a castidade perfeita, entre a virgindade e a coroa.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

A alegria do bom combate

Plinio Corrêa de Oliveira
Não é grandioso o elmo, esse claustro ambulante dentro do qual não se fala, mas sob o qual um coração pulsa forte? Sim, porque é o amor de Deus, de Nossa Senhora e da Santa Igreja que lateja no coração do cavaleiro, incendeia seu olhar, arma-lhe o braço, esporeia o cavalo e... crava a lança no peito do infiel.
Entretanto aquele elmo pode servir de mortalha. E, ao ingi-lo, o cavaleiro sabe que se reveste de dupla coragem: a de matar e a de morrer! Ambas por amor a Deus, a Nossa Senhora e à Santa Igreja. Eis nessa coragem o fundamento de toda beleza do elmo.
Elmo... expressão sensível de uma deliberação: Lutarei por amor a Deus! E se for morto, desde já aceito uma morte atroz, a fim de que os outros passem sobre meu cadáver, avancem e ganhem a batalha! A morte para mim não é uma surpresa, não é um desastre, não é uma inimiga da qual devo fugir espavorido. Se a morte é o fim dos dias de todos os homens, que minha morte -- conforme os desígnios da Providência -- tenha este sentido sublime: que ela venha sobre mim provocada por meu amor a Deus, e impulsionada pelo ódio que Lhe votam os adversários.
s morte, neste encontro eu te venço! Porque ainda que tu me arranques a vida terrena... eu te arranco a Vida Eterna!

Nota : texto sem revisão do autor.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Si vis pacem, para bellum

(Se queres a paz, prepara-te para a guerra)


Plínio Corrêa de Oliveira


Quando vemos aqueles altaneiros castelos da Idade Média –– erguidos nas fronteira do Império de Carlos Magno, às margens do Reno ou do Danúbio, ou mesmo nas rotas que as tropas do Grande Imperador erguiam dentro da própria Espanha, para impedir o avanço dos mouros –– temos a impressão de que esses castelos ainda palpitam da batalha! Suas pedras parecem pulsar como corações! Mas... os homens não se lembram da lição de previdência que eles contêm. Qual essa lição? Ninguém ergue castelos no momento em que o adversário ataca. Constroem-se fortificações nos intervalos da guerra. E aqueles guerreiros da Fé, porque não eram pessoas de otimismo tonto, nos períodos de paz previam outros ataques e construíam seus castelos. Aqueles castelos eram obras da paz, mas de uma paz voltada para guerra! Assim devemos ser nós, os filhos da Santa Igreja militante, engajados na mais universal, terrível e santa das guerras, a guerra psicológica contra-revolucionária.(*) Nossas fortificações doutrinárias têm que ser edificadas na paz. É assim que erguemos nossos castelos combativos e esplêndidos, construídos em momentos de paz... mas voltados para a luta!
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Nota da Redação:A guerra psicológica revolucionária visa levar insensivelmente cada indivíduo, e até cada grupo social, a se aproximar do comunismo. Em oposição a essa, existe uma guerra psicológica contra–revolucionária, a qual, aplicando certos meios sempre conformes à moral católica, tem por objetivo restaurar a civilização cristã.


Fonte: Revista Catolicismo

quarta-feira, 28 de maio de 2008

O Castelo de Chambord

Harmonia misteriosa: força e delicadeza
Plinio Corrêa de Oliveira

Que maravilhoso conglomerado de torres! Quanta força! Quanta solidez!
Mas, ao mesmo tempo, o seu conjunto produz uma sensação de harmonia e delicadeza.
Há uma nobreza nesses tetos azulados que descem tão harmonicamente até a parte de cantaria de pedra, assim como algo de vigoroso nessas rochas agarradas ao chão, que parecem dizer: "Quem quiser me derrubar, se espatifa; quem quiser arrancar-me do solo tem que tirar o mundo dos seus próprios gonzos, porque eu sou uma torre do Castelo de Chambord e ninguém me tira daqui".
Que harmonia misteriosa nessa conexão entre a força e a delicadeza; entre o planejado do castelo e o espontâneo aparente da disposição das torres! Como é belo ver qualidades antitéticas juntas.
Por que oferecem beleza especial as qualidades harmônicas opostas quando juntas? Porque um dos princípios da beleza é o da unidade na variedade, que é a melhor imagem de Deus na criação natural e exprime uma das formas de perfeição que Deus pôs no Universo. Portanto, deve ser uma das exigências da alma humana. Assim, o espírito humano tende a contemplar o que é uno, mas também o que é vário, diverso e movimentado.
Nesse castelo, há unidade na variedade. Contemplando-o, minha alma repousa e ao mesmo tempo se eleva até Deus.
Que beleza, que elegância, que distinção, que nobreza, que grandeza, que requinte! Como isso nunca se conseguiu a não ser na civilização cristã! Como, ó Senhor Jesus Cristo, é fecundo Vosso sangue, pois, mil e quinhentos anos depois de Vossa morte, dele ainda nasce essa flor e desabrocha esse encanto! Senhor Jesus Cristo, Vós sois a fonte de toda graça, de toda glória e de toda beleza. Eu Vos adoro!
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Excertos da conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 10 de julho de 1972. Sem revisão do autor.
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Nota: Chambord é um dos famosos castelos do vale do rio Loire. Construído pelo rei Francisco I a partir de 1519, é uma das obras-primas do estilo renascentista francês.



Fonte: Revista Catolicismo