
Catecismo contra o aborto
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Márcio de Souza Coutinho
Em um Mundo conturbado por anarquismo e por libertinagem de toda ordem, que afeta de forma profunda nossa juventude, escravizando-a ao um falso idealismo, por não terem modelos com ideais verdadeiros a imitar.
Mas a história, vem nos mostrando que existe modelos para juventude, basta querermos imitar.
Desta vez é um modelo de Jovem Cruzado, um Santo, que teve a honra de subir aos altares no dia 26 de abril de 2009.
Uma pergunta sempre vem à tona, o que fez para se tornar Santo? Quais foram as suas proezas?
Alguns em uma visão simplória se perguntam, será que ele ajudou muito os pobres, fez muitas obras de caridade e etc.?! Outros com uma visão maior, se perguntam quais foram as virtudes que ele praticou
Por isso não reteremos em sua vida final como religioso, mas sim em sua juventude heróica, como jovem cavaleiro, no qual motiva-nos escrever.
Sua alma nimbada de um espírito de Cruzada fez desde jovem um Cavaleiro, no sentido mais áureo da palavra, tendo sua alma direcionada a defender a Fé , a servir seu Rei e seus patriotas, a proteger os velhos,as mulheres e os desprovidos e auxiliar os indefensos, com esses princípios da Cavalaria, fez deles a sua nota marcante de sua vida.
Na sua mocidade, já floria um espírito de Cruzado, marcado por um grande feito, que, a pedido de Dom Fernando de Portugal, deveria recolher com seu irmão Dom Diogo, valiosas informações sobre a invasão, que o Rei Henrique II de Castela investia sobre Portugal, sua tarefa foi tão bem sucedida que foi armado Cavaleiro, com apenas 13 anos de idade! Em contra partida, hoje nossos jovens são entregues a bandidagem nesta fase!
Um tremendo choque de Civilização!
Analisemos dois modos de ser
e de pensar de duas juventudes que se diferem de épocas:
1 - Jovem Cavaleiro Medieval (armado) | 2 - Pobre Jovem Moderno (armado) |
O que acharam deles?
Ambos armados! Até se pode dizer que estão com as armas mais modernas de suas épocas!
Na cabeça de jovens do século XXI, perguntas florescem!
Portanto são eles idênticos? Hum, Não!
Então! Ambos desejam veementes que suas armas sintam o gozo de embeber-se no sangue do inimigo? Também Não!
Só pode ser! Estão armados para poderem por medo nos outros e se sentirem maiorais? Não! Muito infantil!
Há! Já sei! Eles querem usar da força, porque não conseguem com o dialogo a paz, mesmo sabendo que com as armas nunca conseguirão? Não! E, falar de paz para traficante é um pouco forçado! Puxa vida! Eles têm que se parecerem!
Não é fácil! Dá até para entender a causa do estado deste pobre jovem e que fim terá! Mas o mais difícil é! E como é difícil! É entender o porquê desses dois modos de ser, tão diferentes! O do cavaleiro e o do pobre jovem, ambos armados! POR QUE se diferem? OH PORQUÊÊÊ???
Calma meu jovem, não se aflija, para isto se tem resposta! Mas dependerá mais de você do que da resposta.
Conheço um amigo muito sério, o Paulo Direito, que sempre procura encontrar as raízes das coisas, um certo dia ele me disse o seguinte:
“Eu estava na aula de História, e a profª Bete veio dizendo que a Idade Média, foi a mais sombria das Épocas que o homem possa ter vivido! Porque a Igreja, abitolava em tudo os homens, dizendo o que é certo e errado, era uma Era da obscuridade, por que tudo que nascia, já nascia morto!”
Puxa! Faz me lembrar das minhas aulas de História!
Ele continua: “Durante todo ano ouvi isto, mas comecei pensar nestes MIL ANOS de história, morria tudo mesmo? Então perguntei a Prof. — Profª Bete tenho uma grande dúvida, e a Sra. como letrada que é, pode me esclarecer? — Sim meu filho! Diga o que é, provavelmente é sobre aqueles carrascos cavaleiros, que em nome de uma honra aniquilava tudo o que via?! — Sim. É também. E ela disse: —Estão vendo meus alunos como é verdade, que eles foram uns monstros! — Um momento Profª! A minha pergunta não era bem esta! Espantada ela continua: — Não vem me dizer que você os admira? Neste momento fiquei pasmo, sem entender. Ela exclamou: — Nossa! Em todo os meus 30anos trabalho, nunca vi isto, que absurdo! Logo você Paulo um rapaz inteligente, de mente aberta, cair nesta?! Você não se depara do absurdo que defende?! Você esta indo contra a lógica humana! E a classe exclama neste momento: — Que horror Paulo!!!”
Nossa! Só o Paulo para sair de uma desta e com uma dessa!
E Ele prossegui:“ — Profª! Eu nem fiz a pergunta. E ela continua: — Ah Bom! Já estava fazendo um juízo mal de você! Então faça a pergunta rapaz. E ele perguntou: — Profª eu me deparo sobre um problema intrigante, que é o seguinte; Sempre ouvi e ouço que o cavaleiro medieval foi a expressão mais deprimente que o homem possa ter sido, um pouco antes a Sra. tinha referido a um carrasco,um monstro, fora outros adjetivo proferidos em suas aulas, logo algo depreciativo, que ninguém gostaria de ser. — Isto mesmo Paulo! Falava a profª, que conclamou a classe a ovacionar a Paulo. — Calma gente. Mas o que me intriga é: como pode ser isto, que em pleno século XXI, se diz de uma pessoa que pratica um gesto bonito,um gesto de hospitalidade, um gesto de dar preferência a senhoras ou de uma boa ação. Que é: Que NOBRE de pessoa!; Que gesto NOBRE!; Obrigado por ser “CAVALEIRO¹”!; Que bom e ver que ainda existi homens “CAVALEIROS” neste mundo!. Profª eu não consigo relacionar depreciação com: Nobre e Cavaleiro(Cavalaria). Poderia a senhora me esclarecer de tudo isto??? — Nesta hora não fui eu que fiquei pasmo, atônito, mas sim, todos os alunos e de grande destaque a Profª Bete.”
Bem que sabemos as respostas, hein Paulo! Um silêncio gritante daqueles.
Jovem se ainda não sabe qual seria a resposta é só perguntar a seus professores, provavelmente exista vários professores “Betes” por ai. Caso respondam, gostaria de saber como saíram desta!.
Será que os significados destas palavras, Nobre e Cavalaria lhe digam algo a mais agora, e que por de trás delas desvendam-se valores de tradição, de Religião, de princípios, de ideais que ainda crepitam como brasas sob a cinza em um mundo que as regurgitam?!
Agora sim, poderás ver, que ser Santo e Cavaleiro não se dissocia. A Santidade de Santo Nuno, o Condestável, não foi adquirida fora dos campos de batalha ou fora de sua juventude heróica, como Católico militante, como já dizia o sábio Salomão “O Homem segue na velhice o mesmo caminho que empreendeu na sua adolescência, e não se afastará dele” (Provérbios 22,6), como também, nada de grande se faz por acaso, aí se entende a importância de ter uma juventude virtuosa.
Santo Nuno nasceu em Cernache do Bonjardim, Portugal, no dia de São João Batista, em 24 de junho de 1360, descendia de ambas partes da mais alta nobreza lusitana.
Sua juventude com já vimos foi marcada por grandes proezas, destas a que mais sobressaiu foi a batalha de Aljubarrota. Nela com apenas 24 anos sai reluzente, com um exército de apenas 7.700 homens incluído arqueiros ingleses, contra a grande Espanha com 30.000 homens, arrojou um golpe fatal sobre os castelhanos, datada em 13 de agosto de 1385. Em retribuição a esta crucial vitória, manda edificar, junto com Dom João I , Mestre de Aviz, um mosteiro em honra a Santa Maria da Vitória, conhecido como Mosteiro da Batalha.
Atrás de si, com sua espada cintilou grandiosas vitórias, como: a de Atoleiros em 6 de abril de 1384; a de Valverde de outubro de 1385 e até a África foi, para desembarca com as tropas do Rei na decisiva tomada de Ceuta em 1415.
Mas a grande batalha que teve que travar, foi contra si mesmo. Faz me lembrar de um estimado conselho de um grande líder Católico de renome, o Prof. Plínio Corrêa de Oliveira, que dizia: “O pior inimigo de Plínio Corrêa de Oliveira é Plínio Corrêa de Oliveira!.”, já monsenhor Tihamér Toth elucida no seu livro ‘O Brilho da Mocidade’²: “Lutar contra si mesmo, sem dúvida é a das mais penosas das lutas, porém, triunfa sobre si mesmo, é a das mais triunfantes das vitórias”.,pedindo a Maria Santíssima, Aquela que faz o demônio correr, tudo é possível!
Alguém pode se perguntar. Para que tudo isto, só para dizer que o Santo Cavaleiro é modelo para juventude? É muito simples meu jovem.
Quando não se ver mais nitidamente as coisas, é preciso primeiro reconhecer que não enxerga bem, depois sentir a necessidade que é preciso enxergar, para depois tomar a devida deliberação, quer dizer, usar óculos para que volte ver com clareza, aquilo que não se vê mais!
Espero que tudo isto sirva de “óculos” (um óculos “auto-adaptável” a cada Um), para que possam refletir sobre a seriedade da vida!
Até mais, meus jovens!
Santo Nuno, que do céu nos vê, intercedei em prol de nossa juventude brasileira!
P.S.:“ A Cavalaria outrora, foi uma das mais altas expressões da austeridade cristã.³”
Notas:
Reaja agora mesmo contra a blasfêmia do Le Monde
O jornal francês "Le Monde" publicou uma charge ultrajante que retrata Nosso Senhor numa barca distribuindo preservativos.
O título do desenho blásfemo diz:
"Após a multiplicação dos pães, a multiplicação dos preservativos"
A charge ainda ataca o Papa, retratando-o como um velho decrépito, usando uma expressão que corresponderia ao: "Vale tudo..." (Você pode ver a caricatura aqui, mas advertimos que é extremamente ofensiva)
Você, católico, não pode aceitar esse tipo de insulto!
A defesa de Nosso Senhor e do Papado não tem fronteiras!
Por isso, pedimos a todos que estão lendo essa matéria, e que não admitem que o Santo Nome de Deus seja vilipendiado dessa forma, que protestem imediatamente e energicamente enviando um e-mail ao jornal Le Monde.
Para enviar seu protesto imediatamente clique aqui.
Se preferir enviar um e-mail pessoal ao Le Monde, o endereço eletronico é:
mediateur@lemonde.fr
Você pode escrever no idioma que quiser. O Le Monde tem tradutores e essa mensagem chegará aos responsáveis por essa blasfêmia. Mas, seja qual for sua opção, é vital que você envie a mensagem imediatamente. A honra de Nosso Senhor e do Papado não podem ser ignorados pelos filhos da Santa Igreja.
Milhares de católicos americanos e europeus já protestaram junto ao Le Monde. Outros países latino-americanos estão se mobilizando também. É muito importante que todos se unam para levantar uma grande onda de indignação que impeça o Le Monde de repetir tal barbaridade.
Os católicos brasileiros não podem ficar de fora dessa manifestação de amor, fé e fidelidade a Deus, ao Papado e a moral católica.
Faça agora mesmo o seu Protesto.
Ou envie sua mensagem ao Le Monde por e-mail: mediateur@lemonde.fr
Envie esta matéria para todos os católicos que você conhece.
Que Deus e Nossa Senhora de Fátima o abençoe!
Associação Devotos de Fátima
http://www.devotosdefatima.org.br/
PS - Se você está sem tempo, clique aqui para protestar imediatamente e facilmente. Lembre-se: os jornais europeus não fazem qualquer crítica a Maomé por causa da reação dos muçulmanos. Eles precisam saber que nós católicos não admitimos também que se zombe de nossa Fé.

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O lema-slogan do Fórum Social Mundial é “um novo mundo é possível”. Qual é esse mundo novo? A julgar pelo que aconteceu em Belém do Pará, trata-se do fim da civilização e do advento de um mundo anárquico-tribalista, do tipo descrito na profética obra de Plinio Corrêa de Oliveira, Tribalismo Indígena, Ideal Comuno-Missionário para o Brasil do século XXI. Um mundo em que a igualdade das selvas impediria qualquer organização baseada na reta ordenação das classes sociais; Jesus Cristo e sua Igreja são banidos, e em seu lugar surgem os “deuses” fetichistas e pagãos. É o comunismo tribal –– a etapa mais avançada dos devaneios de Marx em suas atormentadas noites de insônia, quando a ação deletéria dos fantasmas noturnos se exercia sobre sua imaginação...

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Na rampa que vem dos esplendores da civilização cristã de outrora e se precipita, por meio de etapas sucessivas de decadência, no comunismo tribal, encontramo-nos presentemente num ponto já muitíssimo baixo, de nenhum modo aceitável. Os organizadores do Fórum e seus arditi esforçam-se por arrastar o mundo para o fundo desse poço. Nós temos em vista outros horizontes, delineados por Plinio Corrêa de Oliveira:
“Em nossos dias, há um anseio imenso por outra coisa, que ainda não se sabe qual é. Mas enfim — fato talvez novo desde que começou, no século XV, o declínio da Civilização Cristã — o mundo inteiro geme nas trevas e na dor, precisamente como o filho pródigo quando chegou ao último da vergonha e da miséria, longe do lar paterno.
“Esse algo novo, do qual não conhecemos os contornos exatos, pode-se entretanto delinear em termos gerais, como já o fazíamos em 1959, quando lançamos nosso ensaio Revolução e Contra-Revolução: ‘Se a Revolução é a desordem, a Contra-Revolução é a restauração da ordem. E por ordem entendemos a paz de Cristo no Reino de Cristo. Ou seja, a Civilização Cristã, austera e hierárquica, fundamentalmente sacral, antiigualitária e antiliberal’. Ora, precônio do Reino de Cristo é o estabelecimento do Reino de Maria do qual falam algumas assinaladas profecias”.
A condenação de 2003 do Vaticano
Embora alguns comentaristas interpretem que o Concílio Vaticano II liberalizou as normas da Igreja sobre a moral sexual no matrimônio, mediante a distinção entre os fins primário e secundário do ato sexual, inúmeros teólogos conceituados afirmam o contrário. Reiterando no entanto a posição tradicional da Igreja sobre o assunto, a Santa Sé lançou um documento condenando a homossexualidade e convocando os católicos a se oporem à legalização de uniões homossexuais. Com o título Considerações sobre Propostas para Conceder Reconhecimento Legal a Uniões entre Pessoas Homossexuais, o documento foi publicado em 31 de julho de 2003 pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e assinado pelo Cardeal Joseph Ratzinger, Prefeito, e pelo Arcebispo Angelo Amato, Secretário:
“Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, ao passo que ‘as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural’. Os atos homossexuais, de fato, ‘fecham o ato sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar’.
“Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais ‘são condenadas como graves depravações. [...] (cf. Rom 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados’. Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos, e é unanimemente aceito pela Tradição católica”.
O reconhecimento legal promove a homossexualidade
O movimento homossexual levanta freqüentemente uma objeção, segundo a qual a lei permitindo uniões homossexuais não impõe nada e não fere o bem comum. O documento da Santa Sé refuta essa objeção:
“A tal propósito convém refletir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenômeno privado e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar uma das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenômeno não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. ‘Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume’. As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial”.
A redefinição do casamento destruirá a sociedadeO documento da Santa Sé insiste em que a sobrevivência da sociedade está vinculada a uma família florescente, firmemente estabelecida sobre o matrimônio. Acentua também as graves conseqüências para a sociedade se uniões homossexuais forem legalizadas:
“A conseqüência imediata e inevitável do reconhecimento legal das uniões homossexuais seria a redefinição do matrimônio, o qual se converteria numa instituição que, na sua essência legalmente reconhecida, perderia a referência essencial aos fatores ligados à heterossexualidade, como são, por exemplo, as funções procriadora e educadora. Se, do ponto de vista legal, o matrimônio entre duas pessoas de sexo diferente for considerado apenas como um dos matrimônios possíveis, o conceito de matrimônio sofrerá uma alteração radical, com grave prejuízo para o bem comum. Colocando a união homossexual num plano jurídico análogo ao do matrimônio ou da família, o Estado comporta-se de modo arbitrário e entra em contradição com os próprios deveres”.
Fonte: Revista Catolicismo novembro de 2004
Portanto, fica claro que, embora os habitantes de Sodoma e Gomorra tenham cometido vários pecados relacionados entre si, o pecado de homossexualidade foi a causa do castigo divino. Tal é a interpretação unânime dos Padres da Igreja e de todos os exegetas tradicionais. Explanações contrárias a essa Tradição violentam os textos sagrados.
O Apóstolo São Paulo não deixa margem a ambigüidade. Define especificamente essa desonra dos próprios corpos como a prática da homossexualidade, e acentua o seu caráter antinatural: “Por isso, Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram as relações naturais em relações contra a natureza. Do mesmo modo também os homens, deixando o uso natural da mulher, arderam em desejos uns para com os outros, cometendo homens com homens a torpeza, e recebendo em seus corpos a paga devida ao seu desvario” (Rom., 1, 26-27).
Fonte: Revista Catolicismo - novembro de 2004