1. (Gn. 19, 4-6).
2. (Gn. 19,7).
3. (Gn 19, 24)

Márcio Coutinho
O deputado federal Jean Wyllys – favorável ao PLC 122/2006 – ficou indignado com algumas afirmações do apresentador de televisão Jô Soares sobre os abusos que este Projeto de Lei gerará por coibir a liberdade de expressão (Cfr. Portal Yahoo Brasil, 14/6/2011).
Na referida entrevista – que se encontra no Portal Globo (13/6/11) -, Jô Soares se mostrou apenas em discrepância com o PLC 122 no que se diz a respeito à liberdade de expressão e aos possíveis abusos que tal Lei favoreceria aos homossexuais, tanto que desejou sucesso à advogada no seu trabalho de combate à homofobia. Mas o apresentador deu um simples exemplo: “um prédio tem um homossexual e o prédio inteiro acha que ele é insuportável, nem mesmo pelo fato que ele é homossexual, esta Lei não pode ser usada para perseguir um condomínio?”
Por aí vemos que o radicalismo do PLC 122 está chocando até mesmo pessoas nitidamente liberais como Jô Soares.

Na juventude africana cresce o compromisso de praticar a castidade até o casamento
A grande mídia, habitualmente empenhada na corrupção moral, vem ocultando a existência de um grande filão de jovens que opta pela castidade em lugar do pecado da carne. As notícias abaixo nos apresentam dados muito esclarecedores sobre a opção dos adolescentes nos Estados Unidos, na África e nas Filipinas. Vamos a elas.
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Pesquisa realizada com jovens de
Realizada entre agosto e outubro de 2010 pelos Drs. Rene Paulson e Jacquelyn Pennings sob os auspícios da organização OneHope, 5.108 jovens participaram da pesquisa.
Em comunicado de imprensa, a OneHope comentou que os resultados foram “surpreendentes”, dada a elevada exposição dos adolescentes ao conteúdo sexualmente explícito da mídia.
A pesquisa abrange uma vastidão de assuntos que não é o caso de tratar aqui. Alguns deles, entretanto, tem relação com o tema que nos ocupa:
§ 57% acreditam que, se forem boas pessoas e fizerem boas obras, irão para o Céu.
§ 82% acreditam que Deus instituiu o casamento para durar toda a vida.
§ Apenas 16% acham que a relação sexual entre duas pessoas não casadas é moralmente aceitável.
§ 79% nunca tiveram relação sexual.
§ 84 e 87% respectivamente disseram que não tinham visto um filme pornográfico ou lido uma revista do mesmo nível.(1)
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O número de jovens africanos que se comprometeram a praticar a “pureza bíblica” – abstinência sexual até o casamento – coordenados pela associação True Love Waits Internacional (Aguardando o Amor Verdadeiro) sobe a mais de 959 mil desde o lançamento da campanha no verão de 2007.
Além disso, quase 46 mil adultos casados fizeram o compromisso de fidelidade.
De abril a outubro de 2010, o total de compromissos cresceu em mais de 70 mil entre jovens africanos.
Nas Filipinas, 22 mil estudantes entre 15 e 24 anos assinaram análogo compromisso no ano passado, depois de passar por cursos de formação.
“Estamos muito perto de ter um milhão de jovens na África fazendo documentados compromissos de pureza bíblica, o que será um marco incrível”, disse Jimmy Hester, co-fundador da True Love Waits (www.truelovewaits.com).
“Em um continente devastado pela Aids, esses compromissos africanos tem consequências literalmente de vida ou morte”, disse Hester.
Durante uma apresentação na Zâmbia, uma mocinha se levantou e disse: “True Love Waits é um bom programa. Temo-nos beneficiado e nossas vidas mudaram para melhor”.
“Há muito mais pedidos e espero que sejamos capazes de atendê-los”, disse Sharon Pumpelly, principal consultor da True Love Waits International.(2)
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Apesar de haver tanta abertura na juventude para a prática da castidade, os meios de comunicação em geral e grande número de governos insistem em propagar a corrupção moral nas televisões, nas escolas e por toda parte. Esse é um fator de calamidade social, de perda de inúmeras almas e de grave ofensa ao Criador, que só pode fazer Nossa Senhora chorar.
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Notas:
1. Cfr. A maioria dos jovens americanos deseja manter a virgindade até o casamento, in LifeSiteNews, 9-2-11: http://www.lifesitenews.com/news/most-us-teens-want-to-be-virgins-when-they-marry/.
2. Cfr. Quase um milhão de jovens africanos comprometem-se com a abstinência sexual, in Christian Telegraph, 7-2-11:http://www.christiantelegraph.com/issue12191.html.
Nº6
Por que estudar a Religião? — VI
Na edição de junho, esta seção abordou o tema da eternidade do Céu e do Inferno. Neste mês apresentamos trecho do mesmo autor,(*) sobre a necessidade que tem o homem de praticar uma religião.
O conhecimento de nosso Criador obriga os homens a praticar a religião, que os une a Deus como seu princípio e último fim.
Conhecemos Deus e o homem: Deus, com seus atributos infinitos, sua Providência que a tudo governa; o homem, criatura de Deus, com sua alma espiritual, livre e imortal. Daí resultam as relações naturais, essenciais e obrigatórias do homem com Deus.
A religião é o laço que une o homem a Deus. Este laço se compõe de deveres que o homem deve cumprir para com o Ser supremo, seu criador, benfeitor e senhor. Estes deveres incluem verdades que devem ser cridas, preceitos que devem ser praticados, um culto que se deve tributar a Deus.
A religião é necessária ao homem, porque está fundada sobre a natureza de Deus e a natureza do homem, e se baseia nas relações necessárias entre Deus e o homem. Impor uma religião é direito de Deus; praticá-la, é dever do homem.
Deus necessita das homenagens dos homens?
Deus não necessita de nada. Ele se basta plenamente a si mesmo, e nossas homenagens não o tornam mais perfeito nem mais feliz. Mas Deus nos dotou de inteligência e capacidade de amar, para que o conheçamos e amemos. Tal é o fim da criação. A religião é, pois, um dever de estrita justiça. O homem está obrigado a praticar a religião para respeitar os direitos de Deus, e obter assim seu último fim.
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* Tradução de trechos do livro

Jessica Council, com seu filho e seu esposo Clint
Cid Alencastro
Gianna Beretta Molla, italiana, foi canonizada em 16 de maio de 2004, por ter preferido morrer antes que abortar sua filha. Agora, um novo caso de sacrifício materno em favor do nascimento de uma criança nos Estados Unidos enche de admiração os verdadeiros católicos, ao mesmo tempo em que indigna os propugnadores do aborto em todo mundo.
Em agosto do ano passado, Jessica Council, uma jovem mãe de 30 anos, casada com Clint Travis Council, começou a sentir dores de garganta. Na mesma época, também começou a suspeitar de que estava novamente grávida.
Depois de duas semanas, como a dor de garganta não passava, Jessica decidiu consultar um médico, o qual lhe garantiu que não tinha nada.
Cerca de 15 novembro, Jessica começou a ter dificuldade para respirar. Em 21 de novembro foi levada às pressas a um pronto socorro. No dia seguinte, a garganta fechou-se de tal modo que ela não conseguia respirar. Os médicos inseririram um tubo em sua garganta, colocando a outra ponta num ventilador. Em 23 de novembro, Jessica foi informada de que tinha câncer. A essa altura, ela já sabia com certeza que estava grávida.
Assim começou para ela o drama que iria testar sua fé e suas convicções contra o aborto, partilhadas pelo seu marido. O casal residia em Traveler’s Rest, Carolina do Sul, onde nascera seu primeiro filho. Clint descreve a reação de sua esposa com a notícia do câncer na garganta como “uma mistura de medo e surpresa.”
Mas Jessica não era a única ameaçada pelo câncer, pois ela estava grávida e, conforme o tratamento a que se submetesse, poderia lezar o feto e talvez matá-lo.
Em 25 de novembro, o hospital de obstetrícia/ginecologia sugeriu ao casal um aborto. Jessica não hesitou: “Isso não é uma opção”, disse ela.
Informou-lhe então o oncologista que ela precisaria submeter-se a um tratamento por quimioterapia, o que provavelmente mataria o bebê. O obstreta-ginecologista discordou desse diagnóstico, dizendo que o bebê provavelmente sobreviveria, mas sofreria danos no cérebro. Jessica balançou a cabeça: “Não”. Ela também recusou a radioterapia por causa de riscos semelhantes para o bebê.
Depois disso, os médicos ficaram sem muitas opções de tratamento, pois a cirurgia não era viável devido à localização do câncer.
A questão veio novamente à tona quando o bebê atingiu o terceiro trimestre de desenvolvimento. Os médicos então alegaram que os riscos para a criança eram mínimos, pois esta já estava quase completamente desenvolvida. Mesmo assim Jessica recusou o tratamento por amor a seu filho; decisão, diz Clint, que deixou os médicos “totalmente confundidos”.
Embora o casal tenha encontrado algum sucesso na aplicação de métodos alternativos para estancar o crescimento do câncer, como uma dieta rigorosa de sucos orgânicos vegetais e suplementos, sem tratamentos mais agressivos, foi apenas uma questão de tempo.
Na noite de 5 de fevereiro, Jessica foi dormir com dor de cabeça e náuseas. “Ela não mais acordou”, disse Clint. No dia seguinte, o hospital constatou “morte cerebral” e Jessica foi encaminhada para o setor de cesarianas. Em 6 de fevereiro, a pequena “Jessi” nasceu, pesando apenas uma libra e três onças (aproximadamente
Os médicos pensavam que Jessica completava 25 semanas de gravidez, mas depois de retirado o bebê perceberam que provavelmente se tratava apenas de 23 semanas e meia, limiar mínimo de viabilidade.
“Eu sou testemunha desta graça de Deus, pois Jessica morreu no momento em que o bebê se tornou viável para viver fora do útero”, diz Clint.
Após a morte de Jessica, seu primeiro filho passou por um período agudo de “ansiedade de separação”, e só depois começou a se ajustar.
“Sinto-me privilegiado por ter tido uma esposa que estava tão cheia do amor de Deus”, disse Clint (Cfr. “LifeSiteNews”, 20-4-11).

Márcio Coutinho
Na penúria moral em que se encontra a sociedade, a dignidade humana recebe mais uma afronta. Desta vez se trata de um lobby das drogas querendo a descriminalização da maconha em nosso país. O projeto conta com o apoio de personagens de destaque político, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Para ele, “a gente tem de sacudir a sociedade”.
Segundo notícia divulgada pelo Portal Yahoo (30/5/2011), tal lobby revolucionário é tema do documentário Quebrando o Tabu. O filme passa a mensagem: repreender e prender os usuários de drogas é a causa do fracasso da atual política contra os entorpecentes.
A alegação dos defensores da livre comercialização da maconha baseia-se em que a simples legalização do consumo da droga diminuiria em pouco tempo seu consumo na sociedade. O movimento Marcha da Maconha, por exemplo, pretende “discutir alternativas à repressão e à prisão, como já acontece em Portugal, onde o consumo diminuiu”.
Convém lembrar que já existe um projeto de lei de autoria do deputado Paulo Ferreira (PT) que pretende reformar a Lei Antidrogas.
Estamos presenciando uma Revolução nos costumes no Brasil. O Estado não protege mais os princípios e os bons costumes, mas busca amparar legalmente os baixos instintos e os vícios dos homens. Deus está posto de lado. Diante de tudo isto muitos se perguntam se não estamos criando uma Babilônia brasileira.
Veja o que se passou no Camboja com a implantação
do comunismo e conheça o seu principal INIMIGO!
O PLC 122/2006 implantará uma verdadeira perseguição religiosa no Brasil. Todos os que, ainda que pacificamente, manifestarem-se contra a prática homossexual, poderão ser presos de
Não podemos aceitar que imputem a nós, cristãos, a categoria de discriminatórios, pelo fato de obedecermos os Mandamentos da Lei de Deus. Não podem nos colocar na cadeia por seguirmos nossa consciência.
Precisamos reagir o quanto antes contra este Projeto de lei.
O Brasil cristão é contra o PLC 122/2006.
Fonte: ituresiste - http://www.youtube.com/watch?v=9qneIv0ot-4